quinta-feira, 7 de maio de 2009

Filme e Debate no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa


A cada ano, no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio, chama-se a atenção para a importância da liberdade de imprensa como pré-requisito de uma democracia saudável e ativa, na qual as pessoas sejam livres para expressar suas idéias.




Para comemorar esta importante data, o Cine Cascavel e o Cineclube Paradiso do Centro Cultural Cara Vídeo exibem no dia 5 de maio, terça-feira, a partir das 20 horas, o histórico documentário "LIBERDADE DE IMPRENSA" (1967), de João Batista de Andrade, restaurado pela Cinemateca Brasileira em 2007, 40 anos depois de seu lançamento. A exibição será seguida de debate com profissionais da imprensa e o público presente.




Na oportunidade, a Comissão de Seleção da 7ª Mostra ABD Cine Goiás vai apresentar a lista dos filmes/vídeos selecionados para mostra competitiva que irá ocorrer no 11º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na Cidade de Goiás, de 16 a 21 de junho de 2009. A leitura será feita a partir das 19 horas, pouco antes da exibição do filme de João Batista de Andrade.




LIBERDADE DE IMPRENSA, o filme
Texto sedido por Beto Leão - Presidente da ABD-GO - Associação Brasileira de documentaristas, Seção de Goiás

terça-feira, 5 de maio de 2009

Você sabia que a Erva Mate diminui o colesterol?


Além de ser considerada a bebida típica dos moradores da região sul do Brasil no preparo do chimarrão, a Erva Mate contém ricas substâncias capazes de absorver gorduras do organismo humano e diminuindo o colesterol.




A bebida pode ser servida quente ou gelada, os efeitos são sempre os mesmos, porém especialistas alertam que não deve exceder o consumo, pois pode também diminuir o peso.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Uma Estrela chamada Priscila Alcântara



Priscilla apresenta os programas diario "Bom Dia & Cia" a partir das 09h00 e "Carrpssel Animado" das 08h00 às 09h00” (SBT). Priscilla está em fase de divulgação do seu CD gospel e de sua marca “Priscilla Alcântara”.


Apresentadora de TV

· Apresenta o programa diário Bom Dia & Cia desde 01 de agosto de 2005 – programa que vai ao ar a partir das 09h00 (ao vivo).
· Apresenta programa “carrossel animado” diariamente das 8 as 9 da manhã (ao vivo) desde julho de 2007
· Apresentou também o programa Domingo Animado exibido aos domingos das 09h00 às 11h00 ao vivo (durante um ano).
· Em Junho de 2007, apresentou o programa Sessão Premiada substituindo o apresentador Celso Portiolli.
· De setembro a dezembro de 2007, participou ao Vivo do programa “Você é mais esperto que um aluno de 5ª série?”, com Sílvio Santos.


Participações

· Em 2004 - CD e DVD Soraya Moraes ao vivo no Olímpia (deixa o teu rio me levar)
· Em 2005 – CD Bíblia solidária (campanha mundo jovem)
· Código fama internacional - Brasil e México
· Participou da coletânea musical da editora do Brasil com 20 músicas - outubro 2005
· Participou do Cd do teleton 2006/2007 com Thomas Rotti


Discografia

· Priscilla e Yudi em “os pequenos rebeldes” (EMI music) setembro de 2006.
· CD gospel “O Início" em abril de 2008.
· CD Infantil em processo de gravação, lançamento para Junho de 2009.


Programa de TV

· Código Fama internacional (SBT e televisa niños - México)
· SBT: Charme, Domingo Legal, Hebe, Casos de família, Viva a noite, Especial de natal de 2006 no programa comando maluco (Beto Carrero), Namoro etc., Qual é a música, Troféu imprensa, curtindo com reais.
· Programa da marcha ao vivo rede gospel 28 – entrevista
· Programa movimento Jovem TV Rit (vários)
· Programa comando maluco SBT
· Programa zig zag TV Rit
· Programa “na intimidade” TV Rit
· Programa “nossa radio na tv” TV Rit


Programa de Rádio

· Rádio gospel FM 90.1
· Rádio transamérica
· Nossa Rádio 91.3


Mídia Impressa

· Revista mexicana TV Notas de maio 2005, edição 444 e 445. (México)
· Revista Caras - setembro 2005/2006/2007
· Revista Veja São Paulo – setembro 2005
· Revista Gênios janeiro 2006
· Revista conta mais
· Capa da revista RA Kids setembro de 2006
· Revista RA Magazine de novembro 2006
· Revista RA Magazine de Fevereiro de 2007
· Revista Caras de da 1ª semana de maio de 2007
· Revista CARAS de maio de 2007
· Revista Show Gospel edição 28 (outubro de 2007/2008)
· Revista Enfoque Gospel edição de setembro de 2007
· Revista Conta Mais e Caras abril de 2008
· Revista do avivamento em cristo
· Revista tempo de avivamento
· Outras não relacionadas


Prêmios

· Prêmio Criança do Brasil - setembro 2005
· 18º troféu magnífico “destaque de 2005” - dezembro 2005
· Troféu “Mulher Linda Mulher" em 28 de março 2006 – na câmara municipal de São Paulo.
· Prêmio de melhor sorriso (televisa-niños-Mexico)
· Prêmio de melhor cantora do festival regional estudantil de Itapecerica da Serra 2004
· Troféu “Qual é a Música” (agosto de 2007)
· Troféu internet de 2005 e 2006
· Troféu de Marketing e Negócios internacionais em abril de 2008
· Troféu destaque em comunicação de 2008
· Troféu personalidade 2008
· Destaque profissional mãos e mentes que brilham em fevereiro de 2009
· Troféu “Mulher linda mulher” abril de 2009
· Troféu imprensa 2007/2008
· Troféu internet 2007/2008


Revelação

· DUBLAGEM: Em julho de 2008 se revelou como atriz dubladora. Space Chimps “Macacos no Espaço”.
· Participou com stand próprio na Expo Cristã 2008.
· Comerciais e campanhas publicitárias.
· Campanha de natal 2005 Casas Pernambucanas
· Merchans dos programas que apresenta: (todos)
· O Boticário
· Dynacon “wi vision”
· Desfilou pela Pitt Jeans em setembro de 2007
· Garota propaganda da rede de lojas Di Gaspi até 2010.
· Comercial das lojas Di Gaspi (2)
· Game Audition
· Comercial teleton 2008 com Ri Happi e Matel


Produtos

· Coleção “Os clássicos e as virtudes” ed. Vale das letras
· CD “O Início”
· Calçados Priscilla Alcântara


Marcas


· Priscilla Alcântara – Prikotinha
· Prikota – Escritório próprio


Algumas apresentações de Priscila Alcântara que marcaram

· Junho 2004 – ginásio de esportes de Itap. da Serra oito, Mil pessoas (onde tudo começou)
· Maio 2005 - ginásio de esportes de Itap. da Serra nove mil pessoas
· Expo Cristã em setembro de 2005 - stand da ação criança
· Marcha para Jesus - junho 2006 - 14ª marcha para Jesus na Avenida Paulista com mais de um milhão de pessoas segundo a imprensa. (maior evento Gospel do mundo)
· Julho 2006 – Kids Day renascer Tremembé
· Julho 2006 – Festa dos estados 2006 Ass. De Deus do Bom Retiro.
· Julho 2006 show em Agudos-SP
· Março de 2007 shows com Aline Barros em Itapecerica da Serra
· Maio de 2007 kids Day na renascer Osasco
· JUNHO DE 2007 e 2008 MARCHA PARA JESUS (campo de Marte)
· Show em igrejas renascer em cristo e Espaço renascer


Ação Social

· TeleTon
· Creche Pingo de Gente com 150 crianças (Natal) - madrinha desde 2007.


E para aqueles que estiverem interessados em levar o show da Estrela Priscila Alcântara do SBT, para o Estado de Goiás, e Tocantins e DF, basta ligar para seu representante Natalino (062) 3581-5375/8521-7442/9148-0438 - Fone/Fax: (11) 4148-5040 – ID: 8410-4984 e para saber mais acesse:
http://www.priscillaalcantara.com.br/e aproveite para mandar o seu E-mail para: prikota@ig.com.br

Júnior & Fellipe - Os Afilhados de Francisco Camargo



Jornalista Rosa Rodrigues - Júnior e Felipe qual é o grau de parentesco da dupla sertaneja?
Júnior & Felipe -
Amigos de infância, desde os 5 anos.




Jornalista Rosa Rodrigues - A dupla surgiu em que ano?
Júnior & Felipe -
A dupla surgiu no ano de 2006, só que a parceria juntamente com Francisco Camargo só veio a acontecer, há um 1 ano atrás.




Jornalista Rosa Rodrigues - Como surgiu o senhor Francisco Camargo na vida de vocês?
Júnior & Felipe -
Conhecemos o senhor Francisco Camargo por meio do pai do Júnior, locutor de rádio conhecido como (Campeão) que conhece o senhor Francisco há 25 anos. Um dia a dupla foi até a fazenda da família Camargo no interior de Goiás, onde Francisco nos cantar e imediatamente quiz apadrinhar a dupla e dias depois nosso cd já estava gravado.




Jornalista Rosa Rodrigues - O fato de ter hoje o pai da dupla Zezé de Camargo e Luciano na carreira artística de vocês, isso tem ajudo até que ponto?
Júnior & Felipe -
Francisco acompanha os ensaios, os shows e cuidou do repertório do disco. Se ele não está com a gente, não tem show (Brinca Junior). O senhor Francisco está sendo um verdadeiro pai para gente. Até dá bronca. Hoje 80% da caminhada da dupla é por causa do nome de seu Francisco. Estamos tendo espaço muito rápido. Devemos muito a ele por estar realizando o sonho da dupla.



Jornalista Rosa Rodrigues - Quantos Cd's a dupla têm gravados?
Júnior & Felipe -
A dupla tem apenas 1 cd que foi gravado há 4 meses. Estamos com planos para 1 DVD no final do ano de 2009, um DVD diferenciado. Essa é a ideia do senhor Francisco Camargo.



Jornalista Rosa Rodrigues - Por onde vocês passaram, qual foi a cidade e estado que mais surtiu efeitos positivos na carreira?
Júnior & Felipe -
Foi na cidade de Brasília, estavámos divulgando o trabalho e apareçeu um show acustico de imediato para a inauguração de uma rede de supermercados da região. Anunciamos nas rádios que estaríamos fazendo o show também e ficamos super surpresos com o número de gente que compareceu. No final do show o assédio foi um pouco assustador. Pediam para dar autográfos, tirar fotos, abraçar (...) e nós atendemos do primeiro ao últimos fã da fila. Foi muito legal!
Jornalista Rosa Rodrigues - Qual é a reação do senhor Francisco com tudo isso?
Júnior & Felipe - Ele já nos compara com o sucesso inicial da carreira de seus filhos " Zeze di Camargo & Luciano ".



Jornalista Rosa Rodrigues - Qual a música que mais toca da dupla Júnior &Felipe, nas emissoras de Goiás?
Júnior & Felipe -
Uai... É engraçado comentar isso, pois todas músicas do nosso cd estão rodando em diferentes partes do Estado, como também em emissoras do Brasil. Gravamos um cd variado e com músicas inéditas, e isso vem dando um retorno muito legal para a dupla, mais as músicas que estão dispontando nas paradas musicais são: Dim Terim Bebim, Triscadinha, Prova de Fogo, Aventura de Amor e Caso Perdido.



Jornalista Rosa Rodrigues - Vocês já começaram a trabalhar os grandes eixos do Brasil?
Júnior & Felipe -
Estamos agora na fazendo além de Goiás, São Paulo e embreve outras partes do Brasil e estamos fazendo rádios e tvs.


Jornalista Rosa Rodrigues - São Paulo ainda é o melhor Estado para quem vai buscar o sucesso?
Júnior & Felipe -
Sim. São Paulo é uma cidade muito grande e todo artista que realmente que tem talento e quer crescer tem que ir para lá. É lá que ficam as maiores e melhores gravadoras, TVs, rádios e onde realmente lança o artista para o sucesso.

Jornalista Rosa Rodrigues - Se fosse para comparar a dupla Júnior & Felipe, qual o perfil que vocês aproximam mais de artistas que já estão na mídia?
Júnior & Felipe -
Edson e Hudson, Zezé di Camargo e Luciano entre outros. "Não que queremos parecer com eles, mais sim o estilo de música é mais o menos o mesmo padrão.



Jornalista Rosa Rodrigues - Onde a dupla Júnior & Felipe, já foi destaque, (TV's, Rádios e Impressos)?
Júnior & Felipe -
Por enquanto saimos em alguns lugares como por exemplo: O-Fuxico, Jornal O Globo, Jornal On Line do Paraná, Jornal Diário de S.Paulo, Tv Gazeta com Ronnie Von, entre outros.


Jornalista Rosa Rodrigues - O que falta hoje para a dupla Júnior & Felipe explodir definitivamente nas paradas musicais de todo os Brasil?
Júnior & Felipe -
Divulgação e correr muito.



Jornalista Rosa Rodrigues - As empresas goianas têm demonstrado apóio a vocês? De que forma?
Júnior & Felipe -
Até não.


Jornalista Rosa Rodrigues - O senhor Francisco de Camargo disse que vai fazer de vocês como fez com Zezé de Camargo e Luciano, na carreira. Vale lembrar que hoje ele têm filhos que poderiam facilitar este caminho para a dupla. Vocês apostam nessa ideia, pode dar certo?
Júnior & Felipe -
Pode dar certo sim. Só que Francisco Camargo quer nos levantar sem a ajuda da dupla.

Jornalista Rosa Rodrigues - E agenda shows, como está?
Júnior & Felipe -
Estamos agora com um trabalho de divulgação, apenas divulgando e embreve estaremos com uma agenda de show legal se Deus quiser e Ele quer.



Jornalista Rosa Rodrigues - Para quem deseja contratar a dupla Júnior & Felipe como faz para entrar em contato?
Júnior & Felipe -
Pode estar ligando nos telefones: (62) 3941-8806 ou (62) 9956-8167 ou acessando o site:
www.juniorefellipe.com.br para ter acesso a mais dados sobre a dupla e baixar as músicas.

Aquecimento Global


A crescente migração da população rural para os centros urbanos, têm significado um aumento de 80% só no Brasil. Mundialmente esses dados não passam de 50% dos moradores que hoje vivem nas cidades.

Se pararmos para analisar; esse índice é altíssimo e portanto só nos restam acordar para problema que há muitos anos discuti-se muito e pouco se faz. É hora de preocuparmos com as pequenas áreas existentes nas cidades, que a cada dia são derrubadas para a construção de condomínios e demais tipos de moradias, seduzindo ainda mais essa troca da zona rural pela a zona urbana.


É aonde surge então o que hoje denomina-se; 'Aquecimento Global', que nada mais é que as alterações na composição química da atmosfera de forma perceptível. Partindo já do princípio da temperatura que de acordo com cientistas já ultrapassa a média dos 10ºC, nos últimos cem anos. É possível afirmar a partir desses dados que o mundo está com temperatura elevada devido as interferências humanas e naturais.


O que percebemos é que as geleiras, o nível dos oceanos, as correntes marinhas e certos dados da meteorologia são verídicos quando divulgados. As mudanças bruscas no clima da terra, em determinadas localidade faz detectarmos os primeiros sinais de alerta do que é o 'Aquecimento Global' em si. As chuvas têm acontecido de forma extrema, com fortes ventos e trovões, outras parte são afetadas pelas secas, enchentes e furacões avassaladores, levando casas, plantações e vidas pela fúria da natureza.



Com a forte tendência dos desmatamentos e queimadas que vem acontecendo por exemplo na Amazônia, as emissões de gás carbônico equivale a 40% do gás da floresta. O que seriamente reflete nos seres vivos marinhos e terrestres, com a falta de alimentos e o baixo índice de água para estes sobreviverem.



Mas há quem defenda esse processo de queimadas e desmatamentos, não só na Amazônia mas em qualquer outra parte hoje do Brasil, especificamente. A justificativa dada pela Convenção das Nações Unidas, sobre as mudanças climáticas é que as queimadas agrícolas contribui muito pouco para o efeito estufa, uma vez que a queimada da palha de cana-de-açúcar, cerrado ou pastagem no período da seca volta quando cai as primeiras chuvas recompondo o que foi afetado.



Países como Brasil, China, México, Índia e Indonésia são acompanhados pelo uso crescente de carvão mineral, petróleo e ainda por desmatamentos seguidos de queimadas, que lançam na atmosfera o carbono imobilizado nas árvores, como ocorreu em passado recente na Europa, Rússia e América do Norte.



Mas o melhor a fazer seria que todos conscientizassem e adaptassem as mudanças propostas. A troca do petróleo e do carvão por energias renováveis, seriam os caminhos mais justos para o ser humano se salvar das grandes catástrofes. Vale lembrar que os países que estão aderindo a idéia vem gastando uma média de 3% a 5% do seu PIB. As mudanças vão desde filtrar, comprimir e injetar o CO2 das empresas e fábricas em poços antigos de petróleo ou de gás natural que já estão esgotados ou em fase de sedimentação abaixo dos oceanos. Isso seria possível porque a terra tem capacidade de armazenar cerca de 10 trilhões de toneladas de CO2, uma média garantida para os próximos 400 anos de emissões nos níveis atuais. Porém o que falta é a capacidade técnicas, para que tal projeto venha se tornar realidade.

domingo, 3 de maio de 2009

A arte de fotografar com Caio Amy




Perceber_compreender_contemplar_observar_descobrir_reconhecer_visualizar_ examinar_ler e olhar; esta é a arte da fotografia. A fotografia é um processo: a ação da luz sobre certas substâncias que, assim levadas a reagir quimicamente, são chamadas fotossensíveis.




A fotografia é bem diferente do cinema, arte ficcional e narrativa, cujo imenso poder projetivo é conhecido. Portanto devemos nos perguntar porque a impressão de realidade é tão mais forte diante de um filme do que diante de uma fotografia?



Há uma resposta que se dispõe de imediato: é o movimento que dá uma forte impressão de realidade.



A informação visual é o mais antigo registro da história humana. A fotografia torna-se o próprio signo de que somos mortais. Ligação entre a fotografia e a morte. A foto é a presença de alguém que está definitivamente ausente( em um lugar estranho, em uma época que não é mais a sua ) e que nunca mais será assim: tirar uma foto é embalsamar alguém, deitá-lo no papel, enquanto se tenta em vão ressucitar fantasmas, imortalizar-los. Com a foto, diz-nos barthes, entramos em uma morte plana. No duplo sentido do termo: banalidade e achatamento, a partir do momento em que sou fotografado, torno-me um espectro, uma sombra.




Cartier Bresson tornou-se o mais influente fotojornalista de sua época. Usava a fotografia para revelar o seu significado interior, e não apenas registrar sua ocorrência.

Mais é ao pai da fotografia Louis Lumiére, que devemos lembrar que esta era de fato e sempre será uma arte. A fotografia é uma arte sem pretensão intrísica de ser. Mesmo depois de relutar no século XIX, esta firmou-se, mais, até então não encontrou sua identidade.



Para o jornalista fotográfico carioca Caio Amy, a fotografia é uma forma de mostrar para as pessoas o lado belo e o lado feio de tudo que acontece no nosso cotidiano.


Esta foto que destaca com uma senhora enrolada na bandeira aconteceu da seguinte forma conta Caio " Ao passar na porta do Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio de Janeiro, vi essa senhora dormindo e fazendo de cobertor a Bandeira Nacional. Me senti comovido pelo fato de ver a nossa bandeira sendo tão bem usada, ou não! Mas de certa forma vi nessa imagem, indignação, pobreza, descaso e ao mesmo tempo um ato de patriotismo, que não sei ao certo se nesse caso é bom ou ruim. Lembrei das seguintes palavras, sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor (...) Será que isso é válido pra essa imagem também? indaga o fotográfo sobre a sua arte natural urbana.



"E pra piorar ao lado dela tinha um jornal com os dizeres: "A TRISTE QUEDA"; uma composição perfeita entre os nossos governantes, que simplesmente nada fazem para melhorar a vida dessas pessoas, e que só aparecem em épocas de eleições. Será que podemos dizer que estamos orgulhosos em dizer que somos brasileiros ao ver uma imagem como essa?" indigna-se o profissional.




E desabafa, "É meus amigos, isso nada mais é do que a realidade do nosso cotidiano, e que muitas vezes ignoramos, mas é só saírmos de casa e vermos muitas imagens semelhantes a esta".



Por isso que Caio Amy torna-se um olhar raro entre a multidão para perceber - compreender_contemplar_observar_descobrir_reconhecer_visualizar_ examinar_ler e olhar; esta arte chamada "fotografia".


OBS: A foto dessa matéria é de direito autoral do Jornalista Fotográfico Caio Amy - Morador da Ilha do Governador - Rio de Janeiro.

O ato de escrever


O ato de escrever é uma das mais belas formas de perpetuação da cultura humana.



Como a pintura, a música, as artes de um modo geral, a escrita existe para expressar o que a humanidade possui de mais belo, pleno e verdadeiro: o pensar e o sentir.





Portanto, faço deste instrumento de comunicação, a escrita, a marca de minhas poucas experiências reais ou imaginárias, sendo eu a autora, ou a protagonista desta grande e mágica história que é a "vida".




Por isso costumo dizer que a imprensa deveria ir mais fundo na apuração das irregularidades, deveria dar mais evidência às injustiças e falcatruas que se cometem contra o cidadão comum, deveria expor a realidade de forma nua e crua, sem rodeios. Por outro lado, a imprensa deveria também evitar a incitação de linchamentos morais. Seu poder deveria ser utilizado de modo mais criterioso, e a busca do furo não deveria justificar suas frequentes precipitações.



Critica-se o jornalismo por ser omisso e invasivo, por ser comprometido e irresponsável ao mesmo tempo.




Falsa contradição, em grande medida, que só pode ser superada pela evolução quantitativa da própria mídia.




Não se trata de uma vaga constatação. Caso raro de polemista destemido, mas avesso a dogmatismos, a imprensa na sua militância crítica alcança, no entanto, toda uma série de outros "pequenos assassinatos" que a imprensa comete a cada dia por injúria, prepotência ou mera pressão.




Em fins dos anos 60, a imprensa descobriu o jornalismo econômico. No início dos anos 70, o jornalismo crítico. Nos anos 80, o jornalismo de serviços. Nos anos 90, o jornalismo denunciatório. E em 2000, faltava à imprensa se descobrir.





Os anos 90 se cosntituíram em um período perigoso para o jornalismo.Abusou-se do chamado "esquentamento" da notícia, método que levou o jornalismo aos limites da ficção. Em nome do espetáculo atropelaram-se princípios básicos de direitos individuais, deixou-se de lado a objetividade e a isenção, abriu-se espaço para chantagistas, para dossiês falsos. Não raras vezes, levou-se o país à beira da desestabilização política.





Centenas de vítimas ficaram pelo caminho. Casos como Escola base, Bar Bodega, Clínica Santé, Chico Lopes, em todos havia o mesmo estilo de jornalismo ansioso, impaciente, definindo linhas erradas de apuração, não se preocupando com a verdade, atropelando a objetividade jornalística e os direitos individuais. Tudo em nome do show da manchete de impacto, frequentemente vendendo um produto que a matéria não entregava.





Dos anos 50 a meados dos anos 60, o jornalismo foi refém dos partidos políticos. De meados dos anos 60 ao final dos anos 70, refém da ditadura. Nos anos 80, dos movimentos organizados e em final dos anos 80, descobriu uma verdadeira vocação em uma sociedade, contra os interesses políticos, corporativos e setoriais.





O passo seguinte, foi se ver como um produto, que tem que responder às expectativas do seu público. A mídia passou a recorrer a departamentos de pesquisas, as leituras imediatistas do que as pesquisas mostravam, a tentar atender as demandas de curto prazo do leitor. E aí se tornou refém do pior censor: a ditadura da opinião pública ou, melhor, de atuar passivamente oferecendo ao leitor aquilo que se pensa que ele quer.





Este é o grande dilema da imprensa de opinião no século 21:atender às exepctativas imediatas do seu leitor ou ser uma guardião dos valores da civilização? Se o leitor pede linchamento, ele lhe será oferecido? Como pode definir as relações com o público, savendo-se que participantes do jogo de mercado, dependendo da audiência para se viabilizar economicamente? Como impedir que o jornalismo de opinião, intuição essencial para o país, não se contamine definitivamente como espetáculo tornando o jornalismo num "reality show" diário e, ao mesmo tempo, não ser apreciado só por meia dúzia de eleitos?





Este é o desafio. como jornalista, aprendemos a utilizar no limite uma ferramenta que o jornalismo tem como ninguém: a capacidade da metacrítica, do ajuste rápido. Estruturas hierárquicas, como o judiciário, a universidade, o setor público como um todo têm dificuldades para correções rápidas de rumo. A política se renova a cada quatro anos. Na mídia, não há campanha, por mais ampla e sistemática que seja, que revistaa um bom argumento colocando individualmente por um jornal. Esta é a maior virtude da imprensa, essa capacidade e rapidez para o auto-ajuste, a auto-regulação.





Nos últimos anos essa capacidade foi uma competição baseada na manipulação por toda a mídia dos padrões vitoriosos. Depois, pela consolidação do marketshare dos principais jornais, e o9 receio de mudar o modelo e perder participação.





Criou-se uma estratificação daninha. Toda manhã, cada jornal tem seu jornalista lendo os concorrentess e comparando as notícias. Se o repórter utilizou o mesmo enfoque do concorrente; não será incomodado, ainda que esteja errado, porque estará errando com a maioria. Se buscar o enfoque original, será cobrado ainda que esteja certo. E se a verdade demorar a aparecer, provavelmente o repórter não terá espaço nem tempo de cobertura para fazer valer a sua verdade.





Criou-se um círculo vicioso. Ocorre o episódio. De cara, forma-se o juízo e apresenta-se a conclusão, ainda sem ter acesso aos argumentos do acusado. O leitor passivamente aceita o que lhe foi apresentado. Depois, pesquisas de opinião, dando conta do que o leitor pensa, tendo acesso apenas à primeira versão estratificam a cobertura em torno dela.





Penso ser perfeitamente possível conciliar os dois objetivos. É tudo questão de preparo da implantação de modelos de gestão adequados à produção jornalística, e talento e coragem para defender o certo e paciência para tolerar os movimentos de massa e não sucumbir à pressão do curto prazo por resultados.





A violência na TV produz violência na vida real? Segundo um dosm mais amplos estudos sobre o assunto, divulgado na primeira semana de fevereiro de 1996, nos Estados Unidos, a resposta foi "sim". A violência concentrada dos filmes, seriados e novelas aumentam o grau de tensão social, insensibiliza as pessoas para os dramas reais do cotidiano e estimula jovens e crianças a reagirem com agressividade. (...)





A pesquisa de Mediascope sugere que a televisão contribui de forma mais acentuada para anestesiar os telespectadores para o sofrimento real das pessoas quando mostra a violência num contexto de humor ou então exibe em detalhes os ferimentos das pessoas.





O medo infundado do mundo real e o incentivo á agressão são frutos, segundo a pesquisa do Mediascope, de outras características muito comuns nos programas da televisão americana: a impunidade dos agressores e a audiência de consequencias negativas tanto para os personagens violentos quanto para suas vítimas. "Em 73% das cenas violentas os agressores saem da pacadaria para uma viagem ás Bahamas ou vão tomar uma cerveja e dormir como anjos", diz a professora Willson. "Em 58% das cenas violentas, mostra o estudo que as vítimas nem sequer sentem dor e em 47% elas parecem ser de borracha, porque não sangram e nem apresentam ferimentos. "Esse tipo de situação martela no vídeo todos os dias e incentiva a agressividade mesmo na ausência de causas sociais, como por exemplo, a miséria", diz a professora Willson.





E a professora comemora, "Acho que conseguimos provar algo que as emissoras de televisão sempre tentaram negar: crianças e adolescentes imitam fortemente os maus comportamentos a que assistem na televisão. A cada ano que passa, programas de televisão, filmes de cinema, desenhos animados e sinistros. Há estupros, sangue espirrando, incêndios, explosões, corpos se despedaçando em câmara lenta, palavrões sendo cuspidos a cada minuto. O realismo das cenas é gráfico, brutal, detalhista. Crianças e adolescentes são submetidos a uma barragem infernal de imagens de violência, vulgaridade e até mesmo pornografia. De lá muito, os estudo de psicólogos atestam que ninguém assiste incólume a essa torrente de boçalidade. E, no entanto, a coisa fica cada vez pior.






Fica pior porque as empresas que produzem e veiculam entretenimento estão engalfinhadas numa competição feroz pela atenção do público. Se um canal de televisão, por exemplo baixa o nível e apela para cenas de nudez e palavrões no horário em que as crianças estão na frente do vídeo, outro canal logo usa o mesmo recurso. Usa porque, todos sabem, violência e sexo atraem a atenção do público. Um filme como assassinos por natureza, de Oliver Stone, até pelo título está fadado a levar muita gente ao cinema. Entra-se assim nunca espiral, aparentemente sem fim. Como ninguém quer a censura, o único caminho para sair da espiral é os responsáveis pelos meios de comunicação, em algum momento, recusarem a apelação.





A televisão brasileira presta cultgo à frivalidade. A sociedade desenhada nas novelas é um convite à transgressão. A exaltação do sucesso sem batizar a ética, a trivialização da violência e apresentação de aberrações num clima de normalidade têm transformado adolescentes em aspirantes à contravenção. A televisão precisa receber um choque de responsabilidade ética.
O melhor modo da imprensa evitar que lhe imponha controles externos é colocar ordem na própria casa. Fatos recentes confiram esse realismo. Por 416 votos a 16 na câmara, e 91 a 5, no Senado, os Estados Unidos têm nova Lei de Comunicação.






Todo serviço de comunicação on-line está proibido de transmitir o que se convencionou chamar de "material indecente". O controle remoto será substituído por um equipamento obrigatório em cada aparelho de TV para que os pais controlem o que o filho vê-se há uma classificação etária, o aparelho, devidamente programado, desliga automaticamente. A mudança na legislação devolve à família um direito sequestrado pela irreponsabilidade eletrônica: o de educar.






Da Inglaterra, vem um excelente exemplo de auto-regulamentação. Impacialidade e proteção à infância são as vigas mestras do novo Código de Ética da BBC. As normas defendem o sistema de classificação etária, condenam a vulgaridade, o apelo à violência e ao sexo aviltado. A imparcialidade ganha contornos de compromisso público. A emissora publicará um relatório anual dando conta do cumprimento das obrigações assumidas em sua Declaração de Princípios.





No Brasil, o debate ético travado com saudável intensidade no jornalismo impresso não tem conseguido romper o isolamento da tela mágica. A lógica da televisão tem mais relação com o mercado do que com os interesses socias. No entanto, se as televisões comerciais são simplesmente uma indústria, os telespectadores, puros consumidores, e os programas, apenas uma mercadoria, estamos regredindo aos piores momentos do mau capitalismo. E tudo o que a mídia absorveu sobre responsabilidade pública, dícadas de amadurecimento ético, pode ruir sob o impacto do dogma mercadológico.






Para avaliar com profundidade a qualidade de uma emissora, não basta deter-se em análises meramente técnicas, empíricas e quantitativas. Qualidade técnica não garante retidão ética. E sem ética é vazio. A televisão comercial, ofuscada pelo sucesso efêmero de algumas pesquisas de opinião, deveria repensar os verdadeiros caminhos da qualidade. Entretenimento grosseiro, ainda que apresentado aos incaustos como obra de arte, ou fogo de palha. O telespectador quer consistência. A frivolidade passa, mas a credibilidade fica.





Quanto ao telespectador, não adianta esperar que as coisas mudem pela ação dos outros, por decisão das emissoras por uma intervenção do Estado ou por meio da censura. Depois de mais de vinte anos de jejum democrático, aprendemos que tutelars governamentais são ilusórias e, frequentemente, perniciosas. A sociedade civil deve cobrar responsabilidades acionando os instrumentos de auto-regulamentação, pressionando os anunciantes.





Uma carta dirigida a um veículo de comunicação ou um simples telefonemas ao patrocinador de um programa podem parecer providências modestas. Os que conhecem os delicados radares da imprensa, no entanto, sabem da importância prática dessas iniciativas. É preciso fugir do anonimato e exercer a cidadania. Afinal, conformismo e omissõesnunca foram os melhores aliados da democracia.





Entretanto concluímos que, a indústria cultural empregava-se o termo "culura de massa", na dialética do Iluminismo em 1942 e publicada em 1947, descreve a transformação do processo social; é uma cultura que nasce das próprias massas, estudando seus gostos e suas necessidades, impondo estereótipos e baixa qualidade, manipulando-o, e jamais oferece novidades é apenas uma representação.





Este sistema condiciona o tipo e a função do processo de consumo e a sua qualidade, a autonomia do consumidor, determinando o consumo e excluindo o novo. Faz o indivíduo deixar de decidir, deixa de ser soberano e sujeito para ser o objetivo. É uma pálida fachada, reguladora, e guiada procura olhar para o que as pessoas querem. O sujeito encontra-se vinculado a uma identidade sem reservas com a sociedade. O que no século XVIII, estava voltada para a emancipação e ao progresso. Hoje a indústria cultural tornou-se hierárquica e autoritária que transforma a mensagem de uma obediência em valor dominante aonde a sociedade é sempre vencedora o indivíduo não passa de fantoche manipulado pelas normas sociais.






E por isso que a indústria cultural altera a própria individualidade do consumidor, que é como o prisioneiro que cede á tortura e acaba por confessar seja o que for, mesmo aquilo que não fez.
A qualidade do consumo dos produtos culturais desde o mais típico, o filme sonoro, paralisam a imaginação que a espontaneidade pela sua própria constituição objetiva, estes são feitos para impedir a atividade mental do espectador e cada um desses produtos refletem o modelo do mecanismo econômico que domina o tempo do trabalho e o tempo do lazer.





Portanto, a estrutura multiestratificada das mensagens reflete a estratégia de manipulação da indústria cultural: tudo quanto ela comunica foi organizado por ela própria com o objetivo de seduzir os espectadores á vários níveis psiccológicos, simultaneamente.