quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Até 2016 o Brasil poderá ter menos pobreza


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) vinculado a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República divulgou dados da população pobre brasileira. Segundo dados, se o Brasil mantiver o seu ritmo de desigualdade de renda conforme foi nos últimos 5 anos a população pobre até 2016 reduzirá para 4%. Essa é a meta absoluta da pesquisa para tornar o país próximo dos países mais desenvolvidos.

Muito obrigado Zilda Arns por tudo!


Para você que tanto se dedicou à vida, à saúde, à dignidade humana, os meus sinceros agradecimentos em nome de todos aqueles que você lutou afim de amenizar um pouco a dor, a fome e ensinou como ser um SER PRONTO para estender às mãos quando mais se precisa nesta vida.

Você soube acolher a vida Zilda Arns. E agora; será que ainda existem anjos nessa terra que possam fazer um pouquinho de tudo aquilo que você fez?

Álcool tem aumento de 19,4% em 2010


Absurdo ou não o povo goiano vai ter que pagar mais caro pelo o preço do álcool.
Os postos da capital já registram a alta de R$ 1,97 o litro. Segundo dados nos últimos 11 dias de 2010, o combustível natural teve aumento de 19,4%.


Em agosto de 2009, o álcool era vendido a R$ 1,39 e o preço foi aumentando gradativamente no bolso do goianiense cerca de R$ 0,58. O que nada diferencia do preço da gasolina que também não parou de subir. Em alguns postos o preço vai de R$ 2,65 a R$ 2,69.


IPTU e ITU vencem em fevereiro


Já tem data marcada o vencimento sem multas do Imposto Territorial Urbano (ITU) e Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), é dia 22 de fevereiro. O prazo foi prorrogado e a consulta já está a disposição dos internautas no endereço eletrônico da Prefeitura de Goiânia (www.goiania.go.gov.br).


O boleto para quem paga o ITU pode ser retirado nos postos do Vapt-Vupt da capital. Para os contribuintes do IPTU os boletos serão enviados para seus respectivos endereços residencias até o final de janeiro. Os dois impostos podem ser divididos em 12 parcelas ou pagar com 10% à vista.


Árvores frutíferas para os romeiros


A Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás, em parceria com a Secretaria de Agricultura do Estado de Goiás, Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural e Superintendência do Sistema de Execução Penal juntas criaram o projeto Germinar. Uma parceria para os re-educandos do Sistema Prisional de Aparecida de Goiânia. O objetivo é oferecer atividades, contato com o mundo externo da prisão, promover o reflorestamento e alimentos para futuros seguidores da romaria do Divino Pai Eterno.


Em seus primeiros trabalhos, 15 re-educandos plantaram na via dos Romeiros , entre Trindade e Goiânia cerca de mil mudas de árvores frutíferas.


Para o reitor da PUC Goiás Wolmir Amado, “O plantio na Rodovia dos Romeiros é uma amostra do que os re-educandos e o projeto Germinar podem fazer para a população”. E o reitor acrescenta; “Logo após essa iniciativa do projeto outros re-educandos irão implantar um viveiro dentro do Complexo Prisional, e receberão cursos de viveiristas para uma qualificação profissional”.


Iniciativas como esta só oferece segurança e valorização aos re-reducandos, familiares e para a própria sociedade.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

FENAJ manifesta apoio ao Programa Nacional de Direitos Humanos

Direitos Humanos 12/01/2010 14:33


Em nota emitida nesta segunda-feira (11/01), a FENAJ manifestou apoio ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Lançado no final de dezembro de 2009, através de decreto presidencial, o programa, que prevê a revisão da Lei de Anistia, a criação de marco regulatório para a comunicação no País e condições para a renovação de outorgas dos serviços de radiodifusão, vem provocando polêmicas.

Atacado por entidades empresariais, o programa gerou divergências dentro do próprio governo federal. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e comandantes militares, rebelaram-se contra a proposta de criação de uma "Comissão da Verdade" para rever os crimes cometidos na ditadura militar e a legislação aprovada de 1964 a 1985 que fere os direitos humanos.

Já o secretário de Direitos Humanos da presidência da República, Paulo Vannuchi, sustentou que o plano foi elaborado com participação social e esteve exposto no site da Secretaria para críticas e sugestões durante todo o ano de 2009.

Disposto a "apagar o incêndio", o governo já sinaliza a possibilidade de recuar e promover mudanças no texto.

Também descontentes entidades patronais da área de comunicação, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional dos Jornais (ANJ), aproveitaram o embalo e partiram para o ataque ao PNDH 3. Enxergam na criação de um marco regulatório para a comunicação e na criação de condicionamentos para concessões e outorgas ameaças às liberdades de expressão e de imprensa.

Veja, a seguir, a íntegra da nota da FENAJ sobre o programa.

Em defesa dos direitos humanos e da democracia

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) apoia o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, principalmente, por ser resultado de uma conferência nacional e do debate público e democrático de diversos segmentos da sociedade, constituindo-se em significativo avanço para o aperfeiçoamento da democracia no Brasil, especialmente no que concerne à revisão da anistia para torturadores, pois a tortura é crime de lesa humanidade.

Igualmente, a FENAJ saúda as proposições constantes no PNDH 3 de criação de um marco regulatório para as comunicações no Brasil e de condicionamento das concessões e renovação de outorgas ao respeito aos direitos humanos, que, de modo algum, configuram qualquer tipo de censura ou ataque ao exercício profissional do Jornalismo

Para a FENAJ, o momento é propício para que aqueles que se omitem ou são derrotados nas discussões refletirem sobre seus atos e pararem de boicotar sistematicamente os avanços da democracia no Brasil.

Está na hora, também, dos donos da mídia pararem de relacionar com censura e controle do estado toda e qualquer iniciativa que vise, minimamente, cobrar responsabilidade social dos meios de comunicação.

Brasília, 11 de janeiro de 2010.
Diretoria da FENAJ

As matérias postadas hoje dia, 13 de janeiro de 2010, foram divulgadas pelo site da FENAJ e que eu gostaria de passar aos meus leitores internautas


Registros 12/01/2010 14:35



Ministro Lupi rompe compromisso e edita norma que desrespeita a profissão


Apesar do compromisso assumido com a Federação Nacional dos Jornalistas e presidentes de Sindicatos da categoria, o Ministério do Trabalho resolveu editar, no final do ano passado, norma interna orientando as Secretarias Regionais do Trabalho no processo de registros de jornalistas. O processo é criticado pela Federação que reivindica nova audiência com o ministro Carlos Lupi para tratar do assunto.

Segundo informação de ontem (11/01), esta é a posição oficial do Ministério, embora possa não ser a definitiva. "A norma do MTE segue os fundamentos do acórdão do STF e cria a situação absurda e inaceitável de registros de menores, analfabetos e, até mesmo, criminosos", critica o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, acentuando que a emissão de registros para não diplomados segue o critério zero. "O ministro do Trabalho seguiu literalmente as posições estapafúrdias do ministro Gilmar Mendes que acha que para ser jornalista, basta estar vivo", protesta.

A norma já foi divulgada por vários Sindicatos e pelo boletim da Federação. Jornalistas diplomados serão registrados como jornalistas profissionais e os demais, como jornalista. Não está claro como será o registro de diagramador, ilustrador, repórter fotográfico e cinematográfico, mas as entidades sindicais pressionarão para que tais registros especiais sejam realizados de acordo com a regulamentação da categoria.

Sérgio Murillo conta que a FENAJ seguirá cobrando do Ministério a realização de uma audiência, conforme o acertado em dezembro passado. A entidade está convocando para do dia 27 de março reunião ordinária do Conselho de Representantes. Na reunião além do ponto estatutário - aprovação das contas - será discutida a luta pela aprovação das PECs que resgatam a exigência do diploma e a nova realidade dos registros em função da decisão do MTE.