segunda-feira, 4 de abril de 2011
O que é Indústria Cultural?
TEXTO DE Luiz Francys Sed.: A verdade, da palavra à imagem
Muda muito mais do que simplesmente a matéria-prima da comunicação. A imagem traz consigo uma aparente capacidade de convicção, de que a palavra não pode dispor. A palavra escrita permite e convida ao questionamento, ao retorno aos argumentos, à escrita, à réplica. O texto escrito permite um nível de profundidade nas abordagens, com menor poder de convencimento imediato - por mais impactante que seja o estilo de um autor -, muito diferente do efeito que as imagens podem produzir.
Mesmo a imprensa escrita perde em comparação com a projeção das imagens - no cinema, na televisão ou na fotografia. O imaginário contemporâneo - e isto se deu ao longo de praticamente todo o século 20 - ficou marcado por imagens, mais do que por palavras escritas.
Se tomamos a capacidade estadunidense - incomparavelmente maior do que a que a européia - para influenciar as pessoas, podemos constatar que os EUA já praticamente não produzem aparelhos de televisão, mas o que conta realmente é que eles produzem 75% das imagens que são vistas no mundo. E as imagens são tudo, menos neutras. Elas passam idéias sobre o que é belo, bom, válido, legítimo, até mesmo o que é eficiente, o que vale a pena.
Uma das tragédias do mundo neste começo do século 21 é a intensificação da crise da leitura. A imprensa escrita e as editoras são vítimas privilegiadas desse processo. Praticamente todos os jornais e revistas do mundo vêem diminuir seus leitores, assim como em todos os paises as vendas de livros diminuem. Na França, como exemplo de país com grande tradição de leitura, todos os jornais têm diminuído suas tiragens. Sofrem os efeitos da internet - os matutinos deixam jornais gratuitos para os estudantes nas entradas das faculdades, mas os estudantes não os pegam, passam direto para lê-los no computador. Por outro lado, os jornais gratuitos nos metrôs também os afetam. A partir de uma pesquisa que diz que os franceses teriam 20 minutos diários para leitura, o grande sucesso é um jornal gratuito distribuído nos metrôs chamado exatamente Vinte Minutos, que pode ser lido no trajeto e jogado fora na saída.
Pierre Bourdieu só aceitava dar entrevistas nas tevês públicas, para garantir que pudesse ter o tempo suficiente para argu- mentar, contra-argumentar, retornar sobre seus argumentos. Dizia que “a velocidade é inimiga da verdade”. A velocidade, hoje, é sobretudo a velociSdade das imagens. Em uma sociedade como a brasileira, em que 75% são analfabetos funcionais - isto é, não conseguem ler uma carta, entender e responder, precisam do personagem da Fernanda Montenegro em Central do Brasil -, a capacidade de influencia das imagens é então incomparável.
Novas gerações já acessam muito mais a internet do que usam tempo dos seus dias para ler jornais, revistas ou livros. Têm à sua disposição uma massa de informações incomparavelmente maior do que dispunham as gerações precedentes. Mas produz-se paralelamente o que se passou a chamar de “novo analfabetismo”: uma massa de conhecimentos, acompanhada da incapacidade de interpretação. O simples acúmulo de dados sobre a realidade não significa capacidade de compreensão do mundo. Este supõe capacidade teórica, que só pode ser obtida com palavras escritas e com tempo. Inclusive para compreender as imagens - que não falam por si sós, sem o instrumento da palavra escrita.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Benefícios para os profissionais da beleza
Os tipos de reportagem
O propósito da reportagem é expor ou explorar, explicar ou interpretar ideias. A argumentação visa convencer, persuadir ou influenciar o leitor. Deve ter raciocínio lógico e analítico. Elementos do texto – confronto, comparação, exemplificação, causa e efeito, definições, declarações e análises
Texto Narrativo para TV – contém os fatos organizados de uma relação de anterioridade ou de posterioridade, mostrando mudanças progressivas de estado nas pessoas e nas coisas.
Texto Descritivo na TV – Apresenta detalhes de uma cena, personagens ou situação.
Temo como objetivo:
O desvio, ou seja; momento de repouso para o leitor, geralmente após uma passagem muito agitada.
O suspense – para aguçar a curiosidade do leitor.
A abertura – quando antecipa de algum modo o desenrolar da história.
O alongamento – quando recupera uma informação já fornecida pelo texto, completando.
O olho clínico do fotógrafo
Fotografia e texto de Rosa Rodrigues
A cultura da internet
Obesidade na infância.: Sinal de alerta
É bastante comum os pais desejarem que seu filho seja um “bebezão” cheio dobrinhas, gordinho o bastante. Alguns bebês são gordinhos só de mamar no peito. Mas, o normal é que essas crianças “gordinhas” ao começarem a engatinhar e a andar percam o excesso de peso devido ao progressivo gasto energético com suas atividades físicas. O problema reside nos casos em que a criança depois de 1 ano não consegue deixar de ganhar peso excessivamente e, então,com 2 e 3 anos de idade, o excesso de peso ao invés de agradar, passa a incomodar os pais, familiares e à própria criança. E todos aqueles que elogiavam aquela criança passam a dizer que um “regime” agora seria necessário. O número de crianças obesas tem crescido nos últimos anos e os pais precisam alertar para as conseqüências danosas provocadas pela obesidade infantil. É preciso alertar para o fato de que é em torno dos 2 anos e meio que se definem o número de células gordurosas de uma pessoa adulta. Por exemplo, uma criança com excesso de peso possui um maior número de células gordurosas que uma criança com peso normal e, na fase adulta, aquele que tiver um maior número de células gordurosas terá maior dificuldade em se manter magro, pois essas células, por serem numerosas, deverão conter pouca gordura dentro delas. Por outro lado, aquele que possuir um número menor de células gordurosas, mesmo que em uma determinada época da vida venha a engordar, não será um indivíduo obeso, uma vez que possui poucas células que armazenam gordura. Sem controle, a obesidade infantil pode ser fatal. É um mal que provoca, ainda na infância, problemas de coluna, nas articulações, fere a auto estima e leva à rejeição social. Ao atingir a fase adulta pode surgir diabetes e, segundo estudos realizados no mundo inteiro, a obesidade também está ligada a vários fatores de risco para doenças do coração como: hipertensão arterial, colesterol e triglicerídeos elevados entre outros. 