sábado, 18 de abril de 2009

Uma aula de persistência



Em 1938, enquanto ainda estava na escola, o Sr. Honda pegou tudo o que tinha e investiu numa pequena oficina, onde começou a desenvolver seu conceito de anel de pistom. Queria vender seu trabalho à Toyota Corporation, e por isso trabalhou dia e noite, todo lambuzado de graxa, dormindo na oficina, sempre acreditando que era capaz de produzir o resultado.




Chegou inclusive a empenhar as jóias da mulher para permanecer no negócio. Mas quando finalmente terminou os anéis de pistom e os apresentou à Toyota, disseram-lhe que não atendia aos padrões da firma. Voltou à escola por mais dois anos, ouvindo a risada de deboche dos professores e colegas, quando comentavam como eram absurdos seus objetivos.





Mas em vez de focalizar a dor da experiência, ele decidiu continuar a focalizar seu objetivo. Até que por fim, após mais dois anos, a Toyota deu ao Sr. Honda o contrato com que ele sonhava. Sua paixão e convicção deram certo, porque ele sabia o que queria, entrou em ação, observou seu trabalho, e foi mudando o foco até conseguir o que desejava.





Surgiu então um novo problema. O governo japonês se preparava para a guerra, e negou a Honda o concreto de que precisava para construir sua fábrica. Ele desistiu? Focalizou a injustiça da situação? Achou que significava a morte do seu sonho? Absolutamente não. Mais uma vez, Honda decidiu utilizar a experiência, e desenvolveu outra estratégia. Ele e sua equipe inventaram um processo para fabricar seu próprio concreto, e a fábrica foi construída. Durante a guerra, foi bombardeada duas vezes, ficando destruída grande parte das instalações.





A reação de Honda? Imediatamente convocou sua equipe, e recolheram os bujões de gasolina extra que os aviões americanos descartavam. Chamou-os de “presente do Presidente Truman”, porque lhe proporcionaram a matéria-prima de que precisava para o seu processo industrial - matéria-prima que naquele tempo não era disponível no Japão.





Finalmente, após sobreviver a tudo isso, um terremoto arrasou com a fábrica. Honda decidiu vender sua operação de pistons para a Toyota. Aqui está um homem que claramente tomou decisões fortes para ter sucesso. Acreditava e tinha paixão pelo que fazia. Possuía uma grande estratégia. Agia com determinação. Mudava sempre de foco, mas ainda assim não produzia os resultados por que se empenhava. Decidiu perseverar.




Depois da guerra, uma tremenda escassez de gasolina atingiu o Japão, e o Sr. Honda não podia sequer sair no seu carro para comprar comida para a família. Em desespero, adaptou um pequeno motor à sua bicicleta. Num abrir e fechar de olhos, os vizinhos pediram para que lhes construísse aquelas “bicicletas motorizadas”. Um após outro, todos foram sendo atendidos, até que ele ficou sem motores.





Decidiu então construir uma fábrica para produzir os motores para sua nova invenção, mas não dispunha do capital. Como antes, tomou a decisão de encontrar um caminho, fosse qual fosse! Sua solução foi apelar para os 18.000 proprietários de lojas de bicicletas no Japão, escrevendo a cada um deles uma carta pessoal. Disse-lhes como podiam desempenhar um papel na revitalização do Japão através da mobilidade do seu invento, e convenceu cinco mil a adiantarem o capital de que necessitava.





No entanto, seu produto foi vendido apenas aos mais entusiasmados, por ser grande e pesado. Ele fez um ajustamento final, e criou uma versão muito mais leve e em escala reduzida de sua bicicleta motorizada. Tornou-se um sucesso “da noite para o dia”, e valeu uma recompensa do Imperador. Mais tarde, passou a exportar suas motos para a Europa e Estados Unidos, prosseguindo nos anos setenta com os carros que se tornaram tão populares. Hoje, a Honda Corporation emprega mais de cem mil pessoas nos Estados Unidos e Japão, e é considerada como um dos maiores impérios automobilísticos japoneses, ultrapassando todos os demais, exceto a Toyota, nos Estados Unidos.





Isso aconteceu porque um homem compreendeu o valor de uma decisão vigorosa a servir de base para a ação, não importa em que condições, numa base contínua.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)



Os caminhos


Os caminhos que percorremos falam muito de nós. Há os que querem chegar mais depressa, evitando as curvas, Há aqueles que curtem o percurso, sem necessidade de chegar ao final de forma direta. Há quem preste atenção ao redor, observando a natureza; outros vão imersos em seus pensamentos, sem nem perceber se chove ou faz sol.




Somos diferentes uns dos outros, mas, é vivendo juntos que buscamos alcançar nossos objetivos. Dependemos uns dos outros, dependemos da natureza e do conhecimento acumulado ao longo da vida do homem sobre a terra. Estamos todos interligados em nossa espiritualidade e em constante evolução.




As empresas fazem parte deste todo e, como os seres humanos, são regidos pelos mesmos anseios e compartilham a mesma estrutura quadrimentada, recursos, processos, relações e identidade.




A tecnologia é parte disso, somando-se aos processos; é a base cartesiana. A outra ponta desta evolução são as relações e a personalidade ou identidade, que é a parte holística ou estado de arte. Mas o que realmente é determinante da evolução é o aprendizado, a educação constante. É ter a certeza de que, indivíduo e empresa, estão destinados a adquirir conhecimentos por toda a sua existência.




Vivemos uma era de realização espiritual do ser humano em que o mais importante é o conhecimento a respeito de si, a respeito do mundo. A formação numa área profissional específica é só uma referência, um ponto de partida. É da ação dinâmica entre o pensar, o sentir e o fazer que nascem as novas realizações, gerando valores para a sociedade.




São novos tempos no desenvolvimento da humanidade. Saímos da fase do materialismo da evolução industrial e do raciocínio cartesiano predominante e temos que agora, rever o que sabaíamos e o que, até agora, valia como verdade. A evolução é um processo contínuo de novos paradigmas.




terça-feira, 14 de abril de 2009

Rádio FASAM


Na década de 30, o rádio já trazia o mundo para dentro das casas. Esse foi o primeiro meio de comunicação a falar de forma individual com as pessoas. Cada ouvinte era tocado de forma particular por mensagens.




O meio revolucionou, mas não deixou de ter esse contato com o ouvinte. Hoje ele é apresentado com mais liberdade de expressão e a participação do ouvinte ficou mais íntima junto ao locutor.




A Rádio FASAM é um desses grandes exemplos, a partir do 4º período , alunos do curso de Comunicação Social, já podem produzir e apresentar seus respectivos programas que são transmitidos no pátio da faculdade e via internet.




Além de oferecer mais intimidade com os microfones do rádio, os alunos hoje têm a oportunidade de praticar as aulas de radiojornalismo, não ficando somente em teorias de sala de aula e sim produzindo, apresentando e até editando.




A lição do rádio é essa dentro da Faculdade Sul-Americana/FASAM, jovens despertando e valorizando a comunicação ao lado de grandes mestres da comunicação, como é o caso da professora Denize Daudt.




Afinal de contas; é na faculdade que se aprende a encontrar respostas, orientações práticas para quem pretende ingressar nesse mercado tão promissor.

Quem tem bom gosto, vai marcar presença! Não perca!


Eu e os outros


Ser fortes, independente, flexível, competidor, autoconfiante, espontâneo e resistente a qualquer nível de estresse.




De nada adianta se você não se conhece. Nada vale se você não for flexível com você mesmo. Nada vale a pena se você for confiante nos seus atos. Se você não vive bem com você, não saberá dá uma lição ao seu próximo de confiança, de esperança.




Se você não sabe ouvir seus desejos, seu coração, certamente não saberá a hora de ouvir o seu próximo e não estará pronto para lidar com os conflitos de uma maneira geral. Se você está livre, você não estressará quem está do seu lado.




Comunicar, ouvir, persuadir, liderar sem afrontar, ter iniciativa sem depender dos outros está sempre sempre presente, ou se fazer presente, mesmo que você não está lá.




É com esse poder de sensibilizar que você faz a diferença para o grupo, para a comundidade, para a sociedade, para a população como um todo. Mas primeiro, você tem o dever de estar bem resolvido com você e os resultados pode ter certeza; serão os melhores.

A fotografia como espelho do real


O efeito da realidade ligado a imprensa fotográfica está intimamente ligada ao pensar e depois fotografar. Esta é produto do trabalho, do gênio e do talento manual do artista, porém, esta sofreu sérias polêmicas como: obsucura e outras vezes classificada como algo de puro entusiasmo.




Os franceses por exemplo, não acreditavam que a máquina e o fotógrafo pudessem produzir a arte, acreditavam na arte como resultado da natureza. Daguerre, foi o messias vingador dessas ideias. Dizia: "A fotografia é arte. Acredite ou não".




A fotografia como transformação do real




A foto é concebida como espelho do mundo. O ícone, ou seja; é a semelhança do tempo, porém, a sua imagem não é um espelho neutro e sim, um instrumento de análise, interpretação, transformação do real, como a língua culturalmente codificada, ou seja; por códigos de transformação. O seu sucesso depende de fatores como: sombra e da luz partindo dos princípios das cores, (preto e branco).





Arnheim oferece a seguinte análise sobre fotografia, "A fotografia oferece ao mundo uma imagem determinada pela visão escolhida, distância do objeto, enquadramento, pela tridimensão do objeto a uma bidimensão, por variações cromáticas, contraste branco e preto e finalmente pelo o espaço".




Para Bazin, o resultado é que conta a imagem feita. O modo que ela é constituida. ela testemunha a atitude positiva quanto as consequencias teóricas do efeito do real a ser transformado e esta é culturalmente determinada para a sua leitura de código e está quando não reconhecida, não é interpretada, deixa de ser transparente, inocente e realista a sua essência.




A foto é um conjunto de códigos e símbolos. A foto como espelho do mundo é a foto como operação de codificação das aparências,; têm como denominador comum a consideração da imagem fotográfica como portadora de um valor absoluto, seja por semelhança, seja por convenção. O referente fotográfico não facultativamente a coisa real, que a imagem ou um signo remete, mas a coisa colocada diante da objetiva ao contrário da pintura que pode fingir a realidade vista.




A fotografia de acordo com Barthes é atravessada por todos os tipos de códigos. Ela é a mensagem sem código. As fotografias instantâneas são imagens intrutivas, pois representar o que foi visto desse ponto de vista, portanto; pertencem à nossa segunda classe de signos. Os signos por conexão física (Índice).




A imagem fotografasa torna-se inseparável de sua experiência referencial, do ato que afunda na sua realidade primordial. Nada diz além de uma afirmação de existência depois de ser o índice, torna-se, ícone e adquire o sentido (símbolo).