sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Demissões em massa preocupam os jornalistas em Goiás e Rio Grande do Norte



OBS: ESTÁ MATÉRIA FOI ENVIADA PELO O NOSSO SINDICATO DOS JORNALISTAS DE GOIÁS NO DIA 28 DE JANEIRO DE 2010 E QUE FAZEMOS QUESTÃO DE MANTER UMA PARCERIA SÉRIA DE DIVULGAR A NOSSA CLASSE DE PROFISSIONAIS.



Em nota emitida no dia 26 de janeiro, o Sindicato dos Jornalistas de Goiás e a FENAJ repudiaram a demissão de 23 profissionais do jornal O Popular e 8 da TV Anhanguera, ambos da Organização Jaime Câmara, de Goiânia. Já no Rio Grande do Norte, a Intertv Cabugi (afiliada da Rede Globo) demitiu 10 profissionais. O Sindicato do Rio Grande do Norte pediu a mediação da Procuradoria Regional do Trabalho e a reintegração dos demitidos.

No Rio Grande do Norte, as demissões ocorreram no dia 18 de janeiro. E em Goiás, ocorreram nos dias 21 e 22. Nos dois processos de demissão, os atingidos foram profissionais experientes. No caso do jornal O Popular, a maioria dos profissionais tinha entre 10 e 20 anos de tempo de serviço na empresa. “A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego”, diz a nota emitida pelo Sindicato de Goiás e FENAJ.

As entidades sindicais manifestam estranheza com as demissões na Organização Jaime Câmara, em Goiás, uma vez que o grupo atravessa um período de equilíbrio financeiro e desempenho lucrativo. E conclamam a sociedade a também se manifestar contrária ao abuso cometido contra os trabalhadores.

No caso potiguar, no pedido de mediação feito pelo Sindicato dos Jornalistas no dia 18 à Procuradoria Regional do Trabalho, a presidente da entidade, Nelly Carlos Maia, assinala que todos os dez demitidos “têm mais de dez anos de trabalhos prestados à televisão. Alguns trabalhavam desde a inauguração, há mais de 20 anos”. Destes, seis são jornalistas diplomados e quatro são repórteres cinematográficos.

Nas informações encaminhadas à Procuradora chefe do RN, Izabel Cristina de Ramos, o Sindicato dos Jornalistas denuncia problemas trabalhistas existentes na Intertv Cabugi, como acúmulo de funções, desrespeito à jornada de trabalho e não pagamento de horas extras. Entre os demitidos no RN, houve o caso de uma jornalista que passaria a gozar o direito de férias vencidas no dia seguinte a sua demissão.

Veja, a seguir, a íntegra da nota emitida pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás e FENAJ.

Nota de repúdio às demissões em massa no jornal O Popular
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas vêm a público para repudiar a atitude da Organização Jaime Câmara de promover demissão em massa de trabalhadores do jornal O Popular, de sua propriedade. Nada menos do que 23 profissionais, a quase totalidade de jornalistas, foram demitidos entre os dias 21 e 22 de janeiro. Some-se a elas o anunciado corte da gratificação de função paga aos subeditores e outras oito demissões promovidas no Departamento de Telejornalismo da TV Anhanguera, também de propriedade da empresa. Um processo que foi marcado por um clima de terrorismo sobre a redação do jornal por mais de um mês.

O que causa estranheza nessa atitude é que a Organização Jaime Câmara atravessa uma fase não só de total equilíbrio financeiro, mas com resultados surpreendentes – a ponto de a própria direção da empresa ter anunciado, ainda em setembro de 2009, que a OJC fecharia o ano com um lucro de R$ 55 milhões. Ressalte-se que esse número foi corrigido dois meses depois, já que os resultados apontavam que seriam mais de R$ 60 milhões de lucro.

Portanto, não há que se alegar crise financeira para justificar as injustificáveis demissões. Pelo contrário, nem mesmo durante a recente crise econômica mundial as finanças dos veículos da Organização Jaime Câmara chegaram a ser abaladas. O período foi superado com crescimento no faturamento, inclusive com o pagamento do Programa de Participação nos Resultados, a despeito do achatamento salarial imposto aos trabalhadores da empresa.

No caso específico do jornal O Popular, há que se destacar que a maioria dos jornalistas demitidos contava com mais de 10 anos de casa, alguns com mais de 20 anos. A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego. Demissões isoladas, ocorridas nos últimos cinco anos, vêm corroborar essa afirmação.

Outra conclusão que pode ser tirada desse processo de demissão em massa é que, para a Organização Jaime Câmara, a única coisa que parece importar é sua sanha por lucros incessantes – a qualidade do produto fica para segundo ou terceiro plano. E isso tem ficado bastante nítido nos comunicados da direção da empresa aos funcionários – o objetivo é, antes de tudo, garantir mais lucros aos acionistas da empresa. O que se estranha é que, piorando a qualidade do produto, já que não há profissionais em número suficiente para garantir no mínimo o mesmo tipo de jornalismo que vinha sendo feito pelo jornal O Popular, certamente as vendas cairão, anunciantes podem deixar de anunciar. Com isso, dificilmente será atingido o plano de metas da Organização Jaime Câmara para este ano, que aponta para um resultado de R$ 90 milhões de lucro.

Por todas essas razões, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam o processo de demissão em massa promovido no jornal O Popular e conclamam a sociedade a também se manifestar contrária a mais esse abuso cometido contra os trabalhadores.

Goiânia, 26 de janeiro de 2010.

Luiz Antonio Spada
Presidente do Sindicato dos Jornalistas
Profissionais no Estado de Goiás

Sérgio Murillo de Andrade
Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas

Nova Carteira de Identidade dos Jornalistas já pode ser solicitada no Sindicato






OBS: ESTÁ MATÉRIA FOI ENVIADA PELO O NOSSO SINDICATO DOS JORNALISTAS DE GOIÁS NO DIA 27 DE JANEIRO DE 2010 E QUE FAZEMOS QUESTÃO DE MANTER UMA PARCERIA SÉRIA DE DIVULGAR A NOSSA CLASSE DE PROFISSIONAIS.






Os jornalistas brasileiros contam, a partir de agora, com um novo modelo de Carteira de Identidade. Em formato de cartão magnético, o novo documento, que terá validade de três anos, será produzido num prazo médio de 20 dias. Como trata-se de um novo procedimento, todo o processo será centralizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

O processo de emissão da carteira de identidade profissional da categoria foi suspenso no final do ano passado para a adequação da carteira ao modelo biométrico digital. O novo processo garantirá maior segurança, durabilidade e qualidade na identificação dos jornalistas.

Para renovar a sua Carteira de Identidade, o jornalista deve entrar em contato com o Sindicato (telefone 3224-3451) para saber a documentação necessária a ser apresentada.

Em função do aumento dos custos para a emissão do novo documento e de sua maior durabilidade, os valores para sua aquisição sofreram alteração. Jornalistas sindicalizados e em dia com a tesouraria de seu Sindicato pagarão R$ 75,00; sindicalizados mas inadimplentes pagarão R$ 150,00 e para os não sindicalizados, o valor é de R$ 300,00.

Está matéria foi enviada pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás no dia 27 de janeiro de 2010, via e-mail à jornalista: Rosa Rodrigues


NOTA DE REPÚDIO ÀS DEMISSÕES EM MASSA NO JORNAL O POPULAR


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas vêm a público para repudiar a atitude da Organização Jaime Câmara de promover demissão em massa de trabalhadores do jornal O Popular, de sua propriedade. Nada menos do que 23 profissionais, a quase totalidade de jornalistas, foram demitidos entre os dias 21 e 22 de janeiro. Some-se a elas o anunciado corte da gratificação de função paga aos subeditores e outras oito demissões promovidas no Departamento de Telejornalismo da TV Anhanguera, também de propriedade da empresa. Um processo que foi marcado por um clima de terrorismo sobre a redação do jornal por mais de um mês.


O que causa estranheza nessa atitude é que a Organização Jaime Câmara atravessa uma fase não só de total equilíbrio financeiro, mas com resultados surpreendentes – a ponto de a própria direção da empresa ter anunciado, ainda em setembro de 2009, que a OJC fecharia o ano com um lucro de R$ 55 milhões. Ressalte-se que esse número foi corrigido dois meses depois, já que os resultados apontavam que seriam mais de R$ 60 milhões de lucro.


Portanto, não há que se alegar crise financeira para justificar as injustificáveis demissões. Pelo contrário, nem mesmo durante a recente crise econômica mundial as finanças dos veículos da Organização Jaime Câmara chegaram a ser abaladas. O período foi superado com crescimento no faturamento, inclusive com o pagamento do Programa de Participação nos Resultados, a despeito do achatamento salarial imposto aos trabalhadores da empresa.


No caso específico do jornal O Popular, há que se destacar que a maioria dos jornalistas demitidos contava com mais de 10 anos de casa, alguns com mais de 20 anos. A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego. Demissões isoladas, ocorridas nos últimos cinco anos, vêm corroborar essa afirmação.


Outra conclusão que pode ser tirada desse processo de demissão em massa é que, para a Organização Jaime Câmara, a única coisa que parece importar é sua sanha por lucros incessantes – a qualidade do produto fica para segundo ou terceiro plano. E isso tem ficado bastante nítido nos comunicados da direção da empresa aos funcionários – o objetivo é, antes de tudo, garantir mais lucros aos acionistas da empresa. O que se estranha é que, piorando a qualidade do produto, já que não há profissionais em número suficiente para garantir no mínimo o mesmo tipo de jornalismo que vinha sendo feito pelo jornal O Popular, certamente as vendas cairão, anunciantes podem deixar de anunciar. Com isso, dificilmente será atingido o plano de metas da Organização Jaime Câmara para este ano, que aponta para um resultado de R$ 90 milhões de lucro.


Por todas essas razões, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam o processo de demissão em massa promovido no jornal O Popular e conclamam a sociedade a também se manifestar contrária a mais esse abuso cometido contra os trabalhadores.



Goiânia, 26 de janeiro de 2010.





Luiz Antonio Spada

Presidente do Sindicato dos Jornalistas

Profissionais no Estado de Goiás





Sérgio Murillo de Andrade

Presidente da Federação

Nacional dos Jornalistas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Uso de desinfetante pode criar bactérias


Você deve estar se perguntando: Uso de desinfetante pode criar bactérias? Mais é isso mesmo. De acordo com pesquisa divulgada pela a revista científica “Microbiology”. O uso de desinfetante pode sim criar bactérias, uma vez que o produto é usado por várias vezes para fazer limpeza de determinado ambiente. Sendo assim a bactéria torna-se resistente à esse tipo de assépsia. A comunidade médica já demonstra preocupação com a notícia dada. Já que nos hospitais existem diversos materiais a serem esterilizados e sendo assim de nada valeria esse cuidado. Portanto já existe a preocupação de criar novos métodos para prevenir esses males.

Efeitos tecnológicos em Tempos Modernos


Efeitos tecnológicos é o que não falta na nova novela da Rede Globo Tempos Modernos. O autor Bosco Brasil e o diretor José Luiz Villamarim receberam da cúpula da emissora todo o poder para dar asas à imaginação para a nova trama que tem arrancado fortes emoções nas primeiras semanas de estréia.


Um exemplo pra lá de inusitado é o computador Frank que vive dando pitacos na vida dos moradores do Titã. Para o autor, Frank é uma espécie de museu memorial da vida do personagem vivido pelo o ator Antônio Fagundes (Leal). A impressão que Frank nos dá é que durante toda a vida Leal contou a sua à ele.


Villamarim conta que usará holografias e imagens animadas que vão sobrepor aos personagens humanos. “Vamos brincar com as histórias em quadrinhos e explorar o máximo o universo virtual”.

O diretor José Luiz lembra os telespectadores que usará ainda vários tipos de câmeras afim de distorcer as imagens em formato angular. Também será fácil de perceber as micros câmeras nas baratinhas e pequenos pássaros espiões. As mini-HD vão ser de grande utilidade para a realização de uma novela global em horário nobre.

E Bosco acrescenta:“Se a história for boa, não irei polpar nem detalhes da minha vida. Vou contar tudo”.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Até Agnaldo Silva faz críticas às novelas da Rede Globo


Em recente prestígio à festa de lançamento da novela das 19h00 da Rede Globo "Tempos Modernos", o autor Agnaldo Silva teceu altos elogios ao seu colega de profissão Bosco Brasil.


Para Agnaldo a novela "Tempos Modernos" tem tudo para ser uma das favoritas da teledramaturgia brasileira em 2010 “A novela é dele, eu vim prestigiar. Vai estourar logo na primeira semana. O tema é muito bom!”disse Silva

Enquanto elogiava a nova trama, alfinetava "Viver a Vida" de Manoel Carlos. “É uma novela que não assisto muito e não sei se tem essa audiência toda. O Manoel não atinge todos os públicos, só as elites do Leblon (bairro nobre do Rio de Janeiro). A trama precisa de alguns ajustes para funcionar”. Acrescentou.

Assim como Agnaldo Silva o cometário é grande em relação as novelas, ao Zorra Total e a até determinados telejornais da Rede Globo. Emissora esta que nos últimos tempos vem alfinetandas outros canais, como exemplo: Rede Record de TV. Uma preocupação enorme com o que vai ao ar na concorrência.


Por outro lado o público busca uma programação saudável, leve, descontraída e acima de tudo busca novidades e participação direta. O programa "Tudo é Possível" é um estilo de programa ideal para o público que durante uma semana trabalha e não tem tempo para o entretenimento, o "Melhor do Brasil" além de apresentar quadros inovadores, tem no seu comando um apresentador que interage com a platéia que marca presença nos estúdios e que estão em casa assistindo. O mais novo contratado Gugu Liberato não fica para trás; garante expectativa do público e a realização de sonhos através de cartas e e-mails.

De segunda à sexta-feira, o comando das manhãs da "Rede Record" fica com "O Hoje em Dia", onde jovens talentos de diversos segmentos da mídia fazem suas participações com gincanas de prêmios, receitas, notícias entre outros atrativos que o povo quer e gosta.

Os telejornais por sua vez são de fortes impactos de pautas e de jornalista de altíssimo gabarito profissional. Programas como " Idolos" resgata talentos perdidos pelo o Brasil e que são revelados graças a uma produção de altissima competência que os selecionam. E por falar em programação de qualidade, o humor marca seu espaço, "Tom Cavalcante" ilustra a tela com a sua graça e companhias que já fazem parte do gosto popular brasileiro, bem como Tiririca, Carlinhos o Medingo entre outro. Em seu mais novo projeto, a "Rede Record" sai na frente com uma bela produção em Reality Show. O reality "A Fazenda", comandada por Britto Jr desde a sua primeira edição tem sido motivo extremo de preocupação pela aquela que sempre foi o monopólio da comunicação do país. O programa tem como objetivo a participação de artistas que mostram seu real cotidiano perante as câmeras e que estão sempre na luta pelo o prêmio máximo de Um Milhão de Reais.

Na seção desenhos, Pica-Pau esbanja muita molecagem e diversão para todos os segmentos de público, logo após a apresentação do programa "O preço Certo" com o ex - Rede Globo Ruam Alba (apresentador e ator) que diverte a platéia com muitos prêmios.

A seleção de filmes têm sido diferenciada, uma vez que são todos inéditos e atrai a atenção de uma grande massa de telespectadores.

Por outro lado, para quem sempre acompanhou a "Rede Globo", as manhãs já começa com seu tradicional e respeitado "Bom dia Brasil", seguido do programa "Mais Você" de Ana Maria Braga, Tv Globinho é um estilo de programa para a garotada, logo depois segue a programação local, abrindo espaço logo após ao "Globo Esporte", "Jornal Hoje" que são bem representados por Sandra Annenberg e Evaristo Costa. Mais mesmo assim a programação da Rede Globo oscila muito. No período da tarde o telespectador tem direito ao "Vale a Pena Ver de Novo", seguido pela a "Seção da Tarde" de velhos e cansativos filmes, que dá uma quebrada no gelo com a turma da "Malhação" que já não faz história como na época de André Marques e companhia ltda. Enfim ficamos com as novelas "Cama de Gato" – chatis0síma, "Tempos Modernos" que é uma bela Trama para ser apresentada no lugar da cansativa "Viver a Vida", o "Jornal Nacional" já é a muito tempo o feijão com arroz de cada dia do brasileiro que busca notícias. Nada muda. No mais continuam seus filmes nada inspiradores, programas chatos são apresentados antes do "Jornal da Globo" e que finaliza com a presença do gordo mais charmoso da televisão brasileira, o qual ainda é na minha humilde opinião um dos melhores.

Aos finais de semana, Luciano Huck, Angélica, Fausto Silva e Fantástico segura as pontas da programação. E na segunda começa tudo de novo (...) com uma exceção do novo BBB10 que a gente ainda espera poder aprender alguma coisa de útil porque de bumba expostas o povo já está cansado. Falta ainda para a nossa telinha uma pitada de pozinho mágico para nos encher os olhos e fazer crer que esse país tem jeito e que ainda existem jornalistas e profissionais capacitados para ocupar os seus espaços. Mesmo sabendo que o nosso diploma hoje mal serve para enfeitar uma parede. Assim como Agnaldo Silva é preciso criticar afim de ver melhorias para todos; até mesmo para quem faz notícias, quem faz o entretenimento, enfim para quem faz a programação da TV brasileira.

É um absurdo para você também?





















Em novembro de 2009, eu li o seguinte título: “Universidade da humilhação”, referindo-se a estudante Geisy que frequentava a unidade do ABC Universidade Uniban em São Bernardo do Campo (SP). Pois bem; no calor dos acontecimentos, houve-se lágrimas, acusações, protestos, enfim; a imprensa deu destaque a estudante de direito que foi a universidade no dia 20 de outubro, com seu vestidinho curto de cor rosa choque toda a atenção que merecia o fato devido aos insultos que sofrerá perante seus colegas.


Nem bem o ano terminou e Geisy já estava fazendo participações em programas de TV, passando por enormes transformações no visual e se não bastasse, a estudante que antes era vítima de insultos devido o seu vestido, agora sim, lá estava vivendo seus dias de celebridade, onde propostas foram divulgadas em diversos sites e revistas para que possasse nua, para ser destaque de escola de samba e uma enorme ciranda do criolo louco.

Bem, fico me perguntando: Geisy foi vítima dos alunos da universidade? E a que chamamos Geisy agora? De oportunista?




Creio que há danos à serem reparados nessa história e não são os da aluna. Será que a Universidade Uniban, é de fato uma universidade da humilhação? Sendo assim fica fácil ter fama. Basta colocar um vestidinho ou uma mini-saia e entrar em um templo religioso em pleno momento de adoração para que no dia seguinte a imprensa destaque nos seus veículos as manchetes e dias depois substitua suas pautas pelas fotos e a presença nos palcos da próxima gostosona que invadiu a cerimônia religiosa. Imagina se a moda pega? Esse é um pequeno exemplo. Mais que não seria difícil de acontecer. Onde está a moral?

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