domingo, 14 de fevereiro de 2010

HP lança câmera racista?


Recentemente a HP lançou a câmera Deluxe Webcam, a qual veio com um problema nada confortável para a empresa se explicar. É que a câmera só identifica sob alta claridade de ambiente, ou seja ela o seu software encontra mais dificuldade de visualizar com maior nitidez fases negras e então surgiu uma polemica em torno do objeto. Foi o caso do norte-americano identificado como Desi, que produziu um vídeo no “Youtube” onde mostra a fase de uma colega de trabalho branca que não reagia com a fase dele. Desde então a câmera vem sendo considerada racista. Segundo a assessoria de imprensa da HP no Brasil, esse problema não foi identificado uma vez que o caso só ocorreu nos EUA.


Para Ângela Figueiredo professora associada ao programa de pós-graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia a explicação é a seguinte: “O fabricante de um produto tem que ter cuidado apara não reproduzir os estereótipos racistas e não pensar nas diferenças como foco de mercado consumidor, mas respeitando-as. Ainda hoje, quando se cria um produto baseado em pele branca, o argumento é que ele é universal. Já quando ele é voltado para a pele negra, se diz que é específico” acrescenta.

Polêmico ou não, uma verdade deve ser dita. O equipamento foi feito para rastrear rostos humanos independente de ser branco ou negro. Portanto antes de um pré-julgamento, deve-se saber qual foi o problema que levou o software a ter essa reação.

Tarefas divididas entre casais


A Universidade de Ontário, no Canadá, divulgou recentemente uma pesquisa que indica que casais que dividem as tarefas domésticas e financeiras são mais felizes. A pesquisa indica que 25% dos casais da América do Sul são bem mais resolvidos. E a pesquisa ainda afirma que na maioria dos casos as mulheres têm maior potencial escolar e financeiro e nem por isso gera conflitos em casa, muito pelo o contrário, geral mais união.

Caju combate infecções


Saúde a mesa é fundamental. Por isso na hora de escolher seus alimentos é importante toda a cautela para não deixar de levar para seu prato os mais ricos nutrientes que o seu organismo necessita.

Em recente depoimento feito pela a nutricionista Camila Leonel da Universidade Federal de São Paulo, o caju foi analisado como uma excelente fonte contra as infecções e no auxílio de absorção do ferro, mineral. O caju é indicado ao combate à anemia. Por ser rico em vitaminas C e do complexo B, o caju é um forte aliado para manter a pele bonita e é um fator essencial para a saúde dos olhos e boca. Além disso o caju apresenta mais complexos, tais: sais minerais, como potássio e magnésio que ajuda na contração muscular e reposição de líquidos no corpo, contém fibras o que facilita o bom funcionamento do intestino e provoca saciedade. Ótimo indicativo para quem deseja perder peso, podendo ser aproveitado de forma natural para o preparo de sucos, vitaminas com puco açúcar e consumo natural da fruta.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Demissões em massa preocupam os jornalistas em Goiás e Rio Grande do Norte



OBS: ESTÁ MATÉRIA FOI ENVIADA PELO O NOSSO SINDICATO DOS JORNALISTAS DE GOIÁS NO DIA 28 DE JANEIRO DE 2010 E QUE FAZEMOS QUESTÃO DE MANTER UMA PARCERIA SÉRIA DE DIVULGAR A NOSSA CLASSE DE PROFISSIONAIS.



Em nota emitida no dia 26 de janeiro, o Sindicato dos Jornalistas de Goiás e a FENAJ repudiaram a demissão de 23 profissionais do jornal O Popular e 8 da TV Anhanguera, ambos da Organização Jaime Câmara, de Goiânia. Já no Rio Grande do Norte, a Intertv Cabugi (afiliada da Rede Globo) demitiu 10 profissionais. O Sindicato do Rio Grande do Norte pediu a mediação da Procuradoria Regional do Trabalho e a reintegração dos demitidos.

No Rio Grande do Norte, as demissões ocorreram no dia 18 de janeiro. E em Goiás, ocorreram nos dias 21 e 22. Nos dois processos de demissão, os atingidos foram profissionais experientes. No caso do jornal O Popular, a maioria dos profissionais tinha entre 10 e 20 anos de tempo de serviço na empresa. “A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego”, diz a nota emitida pelo Sindicato de Goiás e FENAJ.

As entidades sindicais manifestam estranheza com as demissões na Organização Jaime Câmara, em Goiás, uma vez que o grupo atravessa um período de equilíbrio financeiro e desempenho lucrativo. E conclamam a sociedade a também se manifestar contrária ao abuso cometido contra os trabalhadores.

No caso potiguar, no pedido de mediação feito pelo Sindicato dos Jornalistas no dia 18 à Procuradoria Regional do Trabalho, a presidente da entidade, Nelly Carlos Maia, assinala que todos os dez demitidos “têm mais de dez anos de trabalhos prestados à televisão. Alguns trabalhavam desde a inauguração, há mais de 20 anos”. Destes, seis são jornalistas diplomados e quatro são repórteres cinematográficos.

Nas informações encaminhadas à Procuradora chefe do RN, Izabel Cristina de Ramos, o Sindicato dos Jornalistas denuncia problemas trabalhistas existentes na Intertv Cabugi, como acúmulo de funções, desrespeito à jornada de trabalho e não pagamento de horas extras. Entre os demitidos no RN, houve o caso de uma jornalista que passaria a gozar o direito de férias vencidas no dia seguinte a sua demissão.

Veja, a seguir, a íntegra da nota emitida pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás e FENAJ.

Nota de repúdio às demissões em massa no jornal O Popular
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas vêm a público para repudiar a atitude da Organização Jaime Câmara de promover demissão em massa de trabalhadores do jornal O Popular, de sua propriedade. Nada menos do que 23 profissionais, a quase totalidade de jornalistas, foram demitidos entre os dias 21 e 22 de janeiro. Some-se a elas o anunciado corte da gratificação de função paga aos subeditores e outras oito demissões promovidas no Departamento de Telejornalismo da TV Anhanguera, também de propriedade da empresa. Um processo que foi marcado por um clima de terrorismo sobre a redação do jornal por mais de um mês.

O que causa estranheza nessa atitude é que a Organização Jaime Câmara atravessa uma fase não só de total equilíbrio financeiro, mas com resultados surpreendentes – a ponto de a própria direção da empresa ter anunciado, ainda em setembro de 2009, que a OJC fecharia o ano com um lucro de R$ 55 milhões. Ressalte-se que esse número foi corrigido dois meses depois, já que os resultados apontavam que seriam mais de R$ 60 milhões de lucro.

Portanto, não há que se alegar crise financeira para justificar as injustificáveis demissões. Pelo contrário, nem mesmo durante a recente crise econômica mundial as finanças dos veículos da Organização Jaime Câmara chegaram a ser abaladas. O período foi superado com crescimento no faturamento, inclusive com o pagamento do Programa de Participação nos Resultados, a despeito do achatamento salarial imposto aos trabalhadores da empresa.

No caso específico do jornal O Popular, há que se destacar que a maioria dos jornalistas demitidos contava com mais de 10 anos de casa, alguns com mais de 20 anos. A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego. Demissões isoladas, ocorridas nos últimos cinco anos, vêm corroborar essa afirmação.

Outra conclusão que pode ser tirada desse processo de demissão em massa é que, para a Organização Jaime Câmara, a única coisa que parece importar é sua sanha por lucros incessantes – a qualidade do produto fica para segundo ou terceiro plano. E isso tem ficado bastante nítido nos comunicados da direção da empresa aos funcionários – o objetivo é, antes de tudo, garantir mais lucros aos acionistas da empresa. O que se estranha é que, piorando a qualidade do produto, já que não há profissionais em número suficiente para garantir no mínimo o mesmo tipo de jornalismo que vinha sendo feito pelo jornal O Popular, certamente as vendas cairão, anunciantes podem deixar de anunciar. Com isso, dificilmente será atingido o plano de metas da Organização Jaime Câmara para este ano, que aponta para um resultado de R$ 90 milhões de lucro.

Por todas essas razões, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam o processo de demissão em massa promovido no jornal O Popular e conclamam a sociedade a também se manifestar contrária a mais esse abuso cometido contra os trabalhadores.

Goiânia, 26 de janeiro de 2010.

Luiz Antonio Spada
Presidente do Sindicato dos Jornalistas
Profissionais no Estado de Goiás

Sérgio Murillo de Andrade
Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas

Nova Carteira de Identidade dos Jornalistas já pode ser solicitada no Sindicato






OBS: ESTÁ MATÉRIA FOI ENVIADA PELO O NOSSO SINDICATO DOS JORNALISTAS DE GOIÁS NO DIA 27 DE JANEIRO DE 2010 E QUE FAZEMOS QUESTÃO DE MANTER UMA PARCERIA SÉRIA DE DIVULGAR A NOSSA CLASSE DE PROFISSIONAIS.






Os jornalistas brasileiros contam, a partir de agora, com um novo modelo de Carteira de Identidade. Em formato de cartão magnético, o novo documento, que terá validade de três anos, será produzido num prazo médio de 20 dias. Como trata-se de um novo procedimento, todo o processo será centralizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

O processo de emissão da carteira de identidade profissional da categoria foi suspenso no final do ano passado para a adequação da carteira ao modelo biométrico digital. O novo processo garantirá maior segurança, durabilidade e qualidade na identificação dos jornalistas.

Para renovar a sua Carteira de Identidade, o jornalista deve entrar em contato com o Sindicato (telefone 3224-3451) para saber a documentação necessária a ser apresentada.

Em função do aumento dos custos para a emissão do novo documento e de sua maior durabilidade, os valores para sua aquisição sofreram alteração. Jornalistas sindicalizados e em dia com a tesouraria de seu Sindicato pagarão R$ 75,00; sindicalizados mas inadimplentes pagarão R$ 150,00 e para os não sindicalizados, o valor é de R$ 300,00.

Está matéria foi enviada pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás no dia 27 de janeiro de 2010, via e-mail à jornalista: Rosa Rodrigues


NOTA DE REPÚDIO ÀS DEMISSÕES EM MASSA NO JORNAL O POPULAR


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas vêm a público para repudiar a atitude da Organização Jaime Câmara de promover demissão em massa de trabalhadores do jornal O Popular, de sua propriedade. Nada menos do que 23 profissionais, a quase totalidade de jornalistas, foram demitidos entre os dias 21 e 22 de janeiro. Some-se a elas o anunciado corte da gratificação de função paga aos subeditores e outras oito demissões promovidas no Departamento de Telejornalismo da TV Anhanguera, também de propriedade da empresa. Um processo que foi marcado por um clima de terrorismo sobre a redação do jornal por mais de um mês.


O que causa estranheza nessa atitude é que a Organização Jaime Câmara atravessa uma fase não só de total equilíbrio financeiro, mas com resultados surpreendentes – a ponto de a própria direção da empresa ter anunciado, ainda em setembro de 2009, que a OJC fecharia o ano com um lucro de R$ 55 milhões. Ressalte-se que esse número foi corrigido dois meses depois, já que os resultados apontavam que seriam mais de R$ 60 milhões de lucro.


Portanto, não há que se alegar crise financeira para justificar as injustificáveis demissões. Pelo contrário, nem mesmo durante a recente crise econômica mundial as finanças dos veículos da Organização Jaime Câmara chegaram a ser abaladas. O período foi superado com crescimento no faturamento, inclusive com o pagamento do Programa de Participação nos Resultados, a despeito do achatamento salarial imposto aos trabalhadores da empresa.


No caso específico do jornal O Popular, há que se destacar que a maioria dos jornalistas demitidos contava com mais de 10 anos de casa, alguns com mais de 20 anos. A primeira conclusão que se tira desse fato é que, no jornal O Popular, jornalista tem prazo de validade: quanto mais tempo de casa, mais perto está de perder o seu emprego. Demissões isoladas, ocorridas nos últimos cinco anos, vêm corroborar essa afirmação.


Outra conclusão que pode ser tirada desse processo de demissão em massa é que, para a Organização Jaime Câmara, a única coisa que parece importar é sua sanha por lucros incessantes – a qualidade do produto fica para segundo ou terceiro plano. E isso tem ficado bastante nítido nos comunicados da direção da empresa aos funcionários – o objetivo é, antes de tudo, garantir mais lucros aos acionistas da empresa. O que se estranha é que, piorando a qualidade do produto, já que não há profissionais em número suficiente para garantir no mínimo o mesmo tipo de jornalismo que vinha sendo feito pelo jornal O Popular, certamente as vendas cairão, anunciantes podem deixar de anunciar. Com isso, dificilmente será atingido o plano de metas da Organização Jaime Câmara para este ano, que aponta para um resultado de R$ 90 milhões de lucro.


Por todas essas razões, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam o processo de demissão em massa promovido no jornal O Popular e conclamam a sociedade a também se manifestar contrária a mais esse abuso cometido contra os trabalhadores.



Goiânia, 26 de janeiro de 2010.





Luiz Antonio Spada

Presidente do Sindicato dos Jornalistas

Profissionais no Estado de Goiás





Sérgio Murillo de Andrade

Presidente da Federação

Nacional dos Jornalistas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Uso de desinfetante pode criar bactérias


Você deve estar se perguntando: Uso de desinfetante pode criar bactérias? Mais é isso mesmo. De acordo com pesquisa divulgada pela a revista científica “Microbiology”. O uso de desinfetante pode sim criar bactérias, uma vez que o produto é usado por várias vezes para fazer limpeza de determinado ambiente. Sendo assim a bactéria torna-se resistente à esse tipo de assépsia. A comunidade médica já demonstra preocupação com a notícia dada. Já que nos hospitais existem diversos materiais a serem esterilizados e sendo assim de nada valeria esse cuidado. Portanto já existe a preocupação de criar novos métodos para prevenir esses males.