domingo, 6 de novembro de 2011

Férias.: Equilíbrio e descobertas

                                                               Foto de Rosa Rodrigues



Em um momento posso querer o céu e a terra, tudo a meu favor, uma cabana de sapê, ou uma casa na montanha, posso talvez optar pela cidade e seus agitos noturnos ou o conforto de minha casa, de preferência o meu quarto onde eu busco descanso e equilíbrio para a minha vida, posso querer talvez andar de bicicleta, à cavalo, de carro ou à pé, posso escolher como viver as minhas férias do jeito que eu quiser, de descobrir coisas que antes eram apenas ditas e não vivenciadas como por exemplo, sair para pescar.     



Afinal, depois de seis meses levantando às 7h00, tomando um banho corrido, mastigando uma bolacha pelo caminho as pressas, tomando um cafezinho ali meio sem graça para espantar o sono e mesmo assim chegando atrasada no serviço e cumprindo quatro horas de trabalho e finalmente outro banho apressado para chegar na faculdade, hoje foi o último dia de aula, de entregar trabalhos, de fazer provas e finalmente ter a notícia de que tudo terminou legal neste semestre.


Planos


É, mais é não só isso. As férias chegaram e com ela as pessoas planejam aquela viagem, esquecem seus livros num canto com um pedaço de tecido cobrindo-os ou trancam-os como se eles fossem correr atrás do seu dono e obrigá-los a lê-los. Mais lembre-se; uma reciclagem de tudo que foi feito também é uma opção de muitos, enfim as pessoas planejam de alguma forma seus trinta dias de descanso. Êpa! Alguém disse descanso? Que nada, as coisas só estão começando. Para quem tem sede de vencer, esse é o tempo certo de rever o que não teve tempo. De ler melhor aquele livro que na verdade leu mas não foi lá aquele espetáculo de interpretação, e agora chegou a tão esperada hora de ler. É hora de organizar suas pastas, seus livros na estante, ver aquele filme de comédia pois afinal de contas nem só de coisas sérias vivi o ser humano.



Ah! Bom mesmo foi entrar de cabeça na naquela pesquisa sobre a era digital e me preparar para minha futura monografia que só vai ser concluída daqui a seis meses, mais para quem quer se dar bem logo cedo, acorda cedo também e assim adianta seus planos.



Legal! Parando para ver as coisas como elas são, não é coisa de maluco uma vida assim, nas férias as pessoas fazem o que bem querem, são seus merecidos trinta dias.



O quê? As aulas começam dia 28 de janeiro?
Há, que bom! Já era tempo afinal de contas, quanto mais rápido as coisas caminharem e o fim do semestre chegar, melhor será para eu começar tudo de novo, agora na minha pos graduação, porém com um prazer em dobro, de que só vai me restar só mais dois anos de estudos para concluir mais uma etapa na minha vida.


Esquecer


Não! Não pense você que assim vou esquecer tudo aquilo que fiz na nos estúdios de rádio, TV e informática, nas salas de aula por onde andei, agora o papo é sério galera; preciso correr para disputar minha vaga no mercado e minha pós - graduação que já vem aí... e amanhã vem o mestrado, o meu doutorado enfim a vida continua e quem tem sede de vencer, não perde tempo acorda cedo e faz planos para o futuro que já chegou.

O Mundo da Máquina Fotográfica



                                                           Foto arquivo da internet


Abertura e Exposição

* Limitações Impostas á Nitidez

- Quanto maior a distância focal , menor a profundidade de campo , com qualquer abertura . Por esse motivo , quanto maior a distância , maior a profundidade de campo ; assim , quando se trata de distâncias muito reduzidas , aa pequena profundidade de campo pode - se transformar em um problema de difícil solução .

* Pré - Focalização

- São cálculos do fotografo a uma distância aproximada  .

* Distância Hiperfocal

- È a distância entre a máquina e seu limite .

* Profundidade de Foco

- Refere - se á parte da objetiva que fica voltada para o objeto . A semelhança da profundidade de campo , ela é aumentada quando se fecha a abertura , tornando menos crítico o exato posicionamento do filme .



Linhas e Composição

A composição consiste na organização do tema no visor da câmara, de modo que a imagem final corresponda às intenções do fotógrafo.


O ponto de vista é fundamental, pois determina a importância relativa a cada objeto no enquadramento, bem como a seleção da própria área do tema.


As linhas são importantes tanto no aspecto restrito, de definição linear ou contorno, quanto no aspecto amplo, de orientação do olhar ao se ver a foto. A boa composição deve conduzir o olhar ao ponto principal.  


O foto jornalismo requer imagens que se explicitem de imediato, mas as boas fotografias  transcendem o impacto inicial.


Fotografar: Consciência, o primeiro requisito essencial


                                                       Foto de Rosa Rodrigues 


Por trás de cada fotografia deveria existir um motivo suficiente para justificá-la. Todas as fotografias subjetivas e, em menor escala, as objetivas, representam uma declaração pessoal de seu autor, e, sendo assim, ele sempre deve estar ciente daquilo que pretende expressar. 


Pense primeiro, fotografe depois. A observação cotidiana  é, na realidade, uma observação distraída, é totalmente inadequada para um fotógrafo que procura tirar fotografias interessantes e originais, pois essas exigem concentração, imaginação e prática.


A princípio, aprender a olhar com maior atenção para as cenas de todos os dias dependerá de um esforço  voluntário, porém, com a prática, deverá transformar-se em um hábito mecânico.


                                                              Foto de Rosa Rodrigues


A avaliação de todos esses aspectos fundamentais combinados pode propiciar ao fotógrafo uma consciência visual básica, depois de determinar seu tema, os motivos pelos quais deseja fotografá-lo, e, ainda, identificar os seus diversos componentes, o fotógrafo chega à etapa onde deverá avaliar a contribuição de cada um à imagem. As vezes, é preciso  ser impiedoso e concluir apenas o principal ponto de atenção, entretanto, o uso do visor de cartolina possibilita  a descoberta de outros aspectos da cena  capazes de aumentar o impacto da fotografia e de torná-la mais interessante. 


O fotógrafo amador, por outro lado, normalmente visa apenas à sua própria satisfação.    

Profissão.: Webjornalismo






Compromisso com o aluno, leitor internauta

Rosa Rodrigues


A profissão de webjornalismo têm como princípio básico da categoria o compromisso com a responsabilidade textual e visual gerando saber para futuros empregados da área, garantindo mais qualidade de informação ao leitor internauta.


É importante destacar que a profissão de professor de Web jornalismo é promissora e pode oferecer várias áreas de atuação, é por isso que existe a seriedade na produção do conteúdo e  fiscalização do exercício evitando que ela seja exercida por leigos e causando prejuízos às Organizações.

MERCADO


O mercado oferece espaço amplo para os bons profissionais, aquele que aproveita ao máximo as oportunidades oferecidas pelas Instituições de Ensino. Por isso procure conversar com  o seu leitor através do seu texto.



Por isso aqui vai uma grande dica: depois de escrito procure ler o seu texto em voz alta até que você entenda perfeitamente a mensagem. Porque se algo soou engraçado ou confusa, o texto não está claro para o internauta.



O seu texto tem por obrigação ser coloquial para atingir um maior número de leitores. A rede não tem tempo para formalidades. Quem se assusta com algum tipo de conteúdo em uma mídia simplesmente troca... de canal, estação, de página ou site.Muitos erros de ortografia na rede são fruto do acúmulo de funções por um mesmo profissional, que escreve, revisa, diagrama e publica o texto.


  
O CIP (Carteira de Identidade Profissional) é o seu registro, e a sua constante atualização é uma das formas séria de valorizar você como profissional da área. Afinal, os webjornalistas, web design são os profissionais mais bem preparados para enfrentar o cenário de diversas instituições públicas e privadas para a construção de páginas.


De acordo com as normas, você tem quer ser direto, preciso, objetivo, conciso e apresentar seu texto com dados e explicações de fatos que levaram à última notícia. Para o profissional da web não basta ser formado, tem que saber fazer, tem por objetivo aproximar os internauta.


GÍRIA E ESTRANGEIRISMO


Mesmo que o seu objetivo é atingir apenas determinado grupo social, crítico e politizado: Lembre-se: as gírias podem empobrecer e delimitar a abrangência do conteúdo e o estrangeirismo ninguém é obrigado a compreender outro idioma que não o próprio, o seu conteúdo será lido por um público indeterminado por isso todo cuidado é pouco.



“O objetivo principal é a divulgação de bens e serviços; e os meios de áudio e vídeo são mais e mais solicitados para facilitar o leitor internauta que a cada dia saem dos impressos para lerem numa tela de computador e quem conquistar a atenção do internauta em seu site pode ser considerado um vitoriosos na rede”, afirma o escritor Leonardo Moura. 


EDUCAÇÃO CONTINUADA



A Educação continuada é você procurar mesmo depois de formado a informação que este meio desenvolve todos os dias marque na sua agenda os eventos e convoque seus colegas para participar de discursos e palestras programadas. Consulte a programação nos site especializados. 



O webjornalitas é um administrador dos seus trabalhos e demais profissões que dele necessitam para manter o sucesso, e tem que acreditar no seu projeto, ter disciplina profissional, ousar novas soluções, ser ético com alunos e clientes, ter humildade, ter uma boa equipe, educar pelo exemplo, cultivar os internautas, ter iniciativa e ter prazer em fazer.


Rádio Jornalismo.: Décadas de 20/30 - A História do Rádio



                                                               Foto arquivo da internet


A programação veiculada pelo rádio brasileiro da década de 1920 até 1960,  teve um grande destaque através das radionovelas, os programas de auditório, as cantoras eleitas "rainhas do rádio", os programas humorísticos e de variedade, estilos que não são mais produzidos pelas emissoras brasileiras. O rádio criou modas, inovou estilos, inventou praticas do cotidiano.



A estruturação do Rádio no Brasil


O rádio, no Brasil, acompanhou de perto as inovações tecnológicas do mundo. A transmissão regular surgiu em novembro de 1920, nos Estados Unidos. A KDKA, foi a primeira emissora radiofônica com a programação voltada para o jornalismo. Na Inglaterra e  na França as primeiras emissoras  regulares surgiram no ano de 1922.


Em outubro de 1921  nos Estados Unidos, foram registradas 12 novas emissoras; em novembro, mais 9; em dezembro, outras 9. Em janeiro de 1922, 26 novas emissoras entravam no ar. No final de 1924, os EUA contavam com 530 emissoras de rádio em pleno funcionamento! As empresas norte-americanas de equipamentos e aparelhos de rádio expandiram para os outros países.


No Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, então capital federal, já demonstrou grande interesse em romper barreiras, destacando-se a derrubada do Morro do Castelo, cedeu lugar á construção de pavilhões onde foi instalada parte da Exposição Nacional, especialmente para os festejos do Centenário da Independência Brasileira, em 1922. O país desejava mostrar-se próspero, saudável, desenvolvido, e, moderno. Um momento mais propício para apresentar á sociedade brasileira novidades tecnológicas que encantava o mundo: o rádio!


No dia da inauguração da exposição ocorreu a primeira demonstração pública, no Brasil, de uma transmissão radiofônica, levando espanto e curiosidade aos visitantes da Exposição Nacional. No pavilhão principal puderam ser ouvidos o discurso de Epitácio Pessoa ( então presidente da República) e trechos da ópera O Guarani, de Carlos Gomes, que estava sendo executada no Teatro Municipal. As transmissões, ainda que acompanhadas de muitos ruídos, espantaram e maravilharam as pessoas presentes.


Um ano depois do sucesso das transmissões, Roquette Pinto e Henrique Morize, estabeleceu a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, cuja programação teria finalidades estritamente culturais e educativas.           
      

A   estruturação do rádio brasileiro estabeleceu-se dupla determinação: veículo de comunicação privado, subordinado ás regras do mercado econômico, controlado pelo Estado, pela liberação da concessão para o funcionamento das emissoras, pela cassação das mesmas, caso haja desrespeito ás leis do códigos de comunicação em vigência.


Os primeiros anos do rádio foram repletos de dificuldades,
Na década de 1930, o rádio já trazia o mundo para dentro da casa. O rádio era uma poderosa ferramenta de comunicação entre os indivíduos. Esse meio revoluciou, tornando-se excelente meio de divulgação de outras manifestações artísticas.


 A passagem do rádio brasileiro da fase amadora para a comercial não se deu de forma imediata. O primeiro problema enfrentado foi o da escassez de aparelhos receptores, inicialmente eram importados e caros. A falta de verbas e de ouvintes restringiam sua programação aos horários da manhã e da noite. Outro problema era a regulamentação clara sobre a veículação de publicidade, de reclames, para utilizar uma expressão da época. O decreto lei nº 16.657(15-11-1924) determinava que “ O Governo reserva para si o direito de permitir a difusão rádio - telephonica (broad - casting) de anúncios e reclames comerciais”.


O rádio, despertava desconfiança dos possíveis anunciantes, acostumados, a veicular suas mensagens na imprensa escrita e de painéis.


As primeiras agências de publicidade estrangeiras a chegar no Brasil  no final da década de 1920 e início de 1930, foram  a Thompson e a McCann-Erickson. No final da década de 1920 o rádio buscava o caminho da profissionalização no Brasil. Nos Estados Unidos, o rádio foi dos grandes aliados das agências de propaganda direcionados os maiores percentuais da verbas publicitárias . Essa experiência foi introduzida aqui no Brasil décadas depois.


O setor da radiodifusão era, na década de 1920, uma área de incertezas, investimento caro e retorno duvidoso.


O desenvolvimento do rádio brasileiro, no período anterior à década de1930, foi freado não apenas por técnica mas também política.


Nessa mesma época o rádio poderia vir a se tornar um perigoso veículo de comunicação, de divulgação dos acontecimentos e de propaganda contra o poder estabelecido. O governo limitou, desde  o decreto nº 16.657 (5.11.1924) as sociedades civis a transmitirem uma programação com fins educativos, científicos de benefício público, proibida a propagação de notícias internas de caráter político.


Em 1927, em São Paulo, por exemplo, a Rádio Educadora Paulista, conhecedora do interesse de seus ouvintes pelos jogos de futebol, transmitiu do Rio de janeiro para São Paulo uma partida do campeonato brasileiro entre paulistas e cariocas. Foram instalados alto-falantes na Sorveteria Meia Noite, na Leiteria Brilhante e em frente à sede do jornal A GAZETA. No dia seguinte, os jornais publicavam fotos e comentários das multidões. Em 1929, os aparelhos de rádio em São Paulo já passavam de 60 mil unidades.


Em São Paulo, as eleições de 1930 já contavam com a presença efetiva do rádio. A Rádio Educadora Paulista tinha entre seus associados Júlio Prestes, candidato à presidência da República. Esquecendo seus princípios educativos, a emissora fez efetiva campanha para  o candidato paulista. Dentro da Rádio não se falava em Getúlio Vargas, candidato da Aliança Liberal, pois isso era proibido.  Em 13 de janeiro de 1931, a RCA Victor anunciava no jornal  O Globo, voltado para um público seleto de elite que desejava estar em dia com as novidades.


Com a Revolução Constitucionalista  de 1932, São Paulo vivenciou “uma verdadeira guerra no ar” entre as emissoras paulistas e cariocas. As rádios Philips, do Rio de Janeiro, e Record, de São Paulo, realizavam transmissões conjuntas, tornando-se inimigas e veiculo  revolucionário.


O governo de Getúlio Vargas demonstrou preocupações no sentido de estabelecer regulamentação específica para os diversos setores de produção cultural. Os decretos nº 20.047 e 21.111(27.5.1931 e 1.3.1932, respectivamente) regulamentavam, de forma detalhada, o funcionamento técnico e profissional do setor radiofônica e para  evitar os excessos na programação, o governo limitou em 10% do total de programação para os textos comerciais.


No primeiro governo Vargas (1930-1945), o país vivenciou um processo de crescimento da população cultural em diversos campos, como na literatura, cinema  e na música. Mesmo durante o Estado Novo (1937-1945) a produção cultural permaneceu sob o controle do Departamento de Imprensa e Propaganda(DIP). Já na legislação de 1932 estava prevista a irradiação de um programa todas as emissoras do país – a Hora  Nacional. O governo encontrou resistência por emissoras, especialmente as paulistas, preferiam manter-se fora do ar a transmitir o programa oficial.


Foi somente em 1939, com a criação do DIP, que o programa nacional do governo passou a ser irradiada para todos o país. Através  de sua Divisão de Rádio, o DIP tomou para si a tarefa de organizar e produzir a Hora do Brasil.


Segundo César Ladeira, o rádio em 1933 estava vencendo na sua finalidade de divertir, e que querer mantê-lo como veículo meramente educativo era um grande equívoco, ao mesmo tempo que dispertou sentimentos que variavam do fascínio à rejeição. Fama , ascensão social e marginalidade e isso era proibido à “boa família”.


Em 1935 aconteceu a inauguração da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, a primeira emissora de rádio do grupo dos Diários Associados, de propriedade de Assis Chateaubriend.


A história do rádio entre as  décadas de 20 à 30 também foi cantada na voz de Lamartine Babo, As Cincos Estações, representava as cinco maiores emissoras de rádio da época.  


A internet nossa de cada dia


                                                                   Arquivo da internet

Universidades, museus, bibliotecas, fundações, empresas e pessoas criam programas pelos quais os usuários da internet têm acesso aos riquíssimos acervos digitalizados de obras de arte, às informações científicas, aos livros de bibliotecas, produção de artigos, notícias e redações, tarefa que não é nenhum  pouco simples como muitos imaginam.


Para a empresa que quer obter grande sucesso no mercado, é preciso ter a colaboração de jornalistas que conhecem a Web para manter um padrão de conquista ao cliente através de boa informação seja, visual ou escrita.


O jornalista que conhece todas as ferramentas para desenvolver um site por exemplo é valorizado muito bem, dele é exigido o poder de apreciar, reconhecer e ter habilidade de comunicar visualmente ou por escrita.


Este jornalista pode hipnotizar seu leitor internauta de diversas formas, para isso basta ele ter freqüentado as melhores escolas e universidades. Mas para ele ser considerado o melhor entre tantos que existem por aí, é preciso ter um ou ter tido o melhor professor para instruí-lo.


Cito aqui a Faculdade Sul – Americana/FASAM, que em 2004, contava com uma das melhores professoras de Goiás em Web jornalismo, Lara Guerreiro, formada em jornalismo pela Faculdade Federal de Goiás, com especialização em Webjornalismo.


Lara era na época uma das poucas pessoas que o aluno não sentia intimidado ao perguntar sobre determinado assunto da web. Ela respondia com simplicidade, fazendo deste aluno grande entendedor da específica e que futuramente poderia tornar-se um profissional da área de alto gabarito.


Segundo a própria Lara Guerreiro, sua profissão tem muito a oferecer aos jovens que acabam de ingressar na universidade, a fim de encontrar aquilo que ele mais se identifica. Na época estudos apontavam o início de 2007, onde o mundo passaria a contar com 1bilhão de computadores em uso, segundo a previsão da Computer Industry Almanac, com base em dados realizados em 57 países, entre os quais o Brasil aparecia em 11º lugar e os Estados Unidos no topo da classificação.

Em 2005, no mundo existiam 903,9 milhões de PCs em uso, nos EUA, 230,4 milhões de máquinas, ou seja, (25,5% do total). O Brasil apontou no estudo 22,4 milhões (2,46%). No entanto o país poderia estar na 6ª posição do ranking mundial que era ocupado pela França, índice apontado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o mercado brasileiro.


A fundação apresentou pela sua décima sétima edição a pesquisa e já previa um crescimento de 15% até o final de 2006. Ate 2005,  eram 32 milhões de aparelhos em pleno funcionamento.


O professor Fernando Meirelles, coordenador do estudo analisou 4 mil empresas de médio e grande porte que responderam 1.630 perguntas. Ao analisar as respostas, Fernando percebeu que só no primeiro trimestre de 2006, as empresas no Brasil gastaram 5,3% do faturamento líquido com investimentos tecnológicos de informação.


Mas o Brasil caiu pelo terceiro ano consecutivo na época no ranking global de tecnologia. De acordo com o Relatório Global de Tecnologia de Informação, divulgado anualmente no Fórum Econômico Mundial, o país, em que ocupava o 39º lugar, caiu para a posição de número 52. Os motivos são simples de ser compreendido: burocracia e imposto muito alto.


Ao lado da globalização da economia, outra característica importante marca a década que encerra o século XX, e que dá início ao século XXI: a era da informação.


Hoje sabemos que para fazer parte dessa globalização deve existir uma ordem; computador em sala e professor para colocar você dentro dessa máquina que consiste levar e trazer transmissões de dados do mundo em grande escala. O professor não é mais um neste mercado; ele é o todo poderoso depois da máquina, pois cabe a ele passar teoria e prática de entender e conectar-se.


Professora e aluna

 

Em entrevista concedida em 2005, a professora Lara Guerreiro, na época afirmava que em sala de aula acabava tornando-se aluna, porque tinha por obrigação acompanhar essa revolução desenfreada da era digital todos os dias.


Segundo a professora, o seu maior diferencial neste mercado é que ela é uma pessoa extremamente interessada na área, tendo como vantagem o acompanhamento ativo e o constante avanço da globalização digital e assim acaba se divertindo mesmo em trabalho.


Só que nem tudo na época era um mar de rosas. Para a professora Lara Guerreiro existiam as desvantagens nessa profissão. O fato de estar sempre ligada as novas tecnologias da informação as vezes acabava gastando mais do que deveria, e não dava para controlar e desligar do que estava  fazendo, mas ela destacava que era preciso parar um pouco, mas por  alguns instante você que você  pára tem a sensação de que está ficando para trás e não tem como separar a Lara, da professora de Web e da profissional de mercado que luta constantemente com essas transformações.


Em matéria feita para revista Brasileira, na sua primeira edição de janeiro de 2003, Paulo Faria escreveu que a internet era a mais nova droga que invadia todos os cantos do mundo superando todas as projeções, deixando as autoridades e as famílias preocupadas e os traficantes, pela primeira vez, fora do negócio.


Lara comentou as citações de Paulo, “antes, legal era ter em casa um computador, hoje as coisas mudaram; o grande diferencial é está conectado em rede, à rede é um grande computador seja na internet ou celular e isso acaba preocupando os teóricos e pensadores porque isso acaba levando á um grande debate com relação a rede, a internet”.


Se para alguns ela é considerada uma droga; para outros a opinião é contrária, a internet veio oferecer formas cultas de manter relacionamentos empresariais, educacionais, familiares e amizades acima de tudo tornando as coisas possíveis. Para quem sabe usar a internet ela não é uma droga e sim; benefício”.


 Criação da rede


A internet é uma imensa rede de computadores que se estende por todo mundo. Desde 1969 quando foi criada pelo Departamento de Defesa dos EUA como um projeto inovador da constituição capaz de sobreviver a todos os ataques e mantendo-se abrigo para trocas de informações como é o exemplo do DM On line, na cidade de Goiânia que ingressou na rede mundial de computadores em janeiro de 1996. Com a criação do DM Online, na época o jornal se tornou o 3º periódico de notícia do Brasil na Internet e alcançou novos públicos. Quinze anos depois, é fonte de informação sobre a terra natal para goianos que moram fora do Estado de Goiás e do País. E referência nacional sobre acontecimentos locais.


Só no ano de 2005, o DM Online recebeu uma média de 9 mil usuários, em 2006, os números foram surpreendentes, 20mil usuários, um aumento significante de 100%”, contabilizou José Fernando C.Vilela, diretor de tecnologia do DM.


Os leitores tornaram-se cativos ao espaço dedicado a informação 24 horas. Em Janeiro de 2006, o DM Online ganhou dois novos servidores, permitindo a partir daí aproximadamente quatro mil acessos simultâneos.


Constantemente o DM Online passa por reformulações de design e programação. Hoje todas as matérias do impresso são acessadas e comentadas nos fóruns de opiniões e de conversas em chat sobre os temas que envolve a atualidade.


“O DM Online traz diversas novidades e apresenta os classificados, assinaturas do impresso via web. Para cada editoria existe sites próprios, com informações sobre vários temas, locais e nacional”, explicou Daniellla Pires, gerente de projetos. A de Esportes, terá por exemplo, informações sobre todas as modalidades e campeonatos, de maneira fácil do leitor internauta acessar e comentar, abrimos espaços para todos os eventos e agenda.” contou.


O DM Online apresenta transmissões de jogos, vídeo ao vivo, filmes e clipes musicais (via streaming) pela internet. Esse mercado tem crescido, e sobrevivido poucos com tamanho sucesso e o DM Online é um desses exemplos ate hoje.


Internautas do Brasil, Bélgica, Holanda, EUA, acreditam fielmente no conteúdo lançado no DM Online e os números tem uma grande tendência de aumentar. Por isso fomos buscar explicações com base em estudos. Atualmente é fácil perceber o internauta viciado. Os médicos Hilarie Cash e Jay Parker, por exemplo, fundaram juntos o Internet/Computer Addiction Services, próximo a seattle, nos Estados Unidos, uma espécie de centro de aconselhamento para quem não consegue parar de navegar.


Um dos casos mais malucos que o centro encontrou foi o da adolescente Jéssica Nicolas, de 17 anos que costumava ficar 20 horas por dia navegando, e isso á levou a um estágio sério de comportamento. A menina que era extrovertida passou a ser tímida e se recolheu dentro de casa, foi preciso a família acompanha-la em seções de aconselhamento. Hoje Jéssica diminuiu bastante essas horas e navega mais ou menos uma hora por dia.  Algo significantemente saudável.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Goiânia completa 78 anos em outubro

                                                             Foto: arquivo da internet         

A menina do centro do Brasil, que cresce dentro das possibilidades de realizar sonho por sonho


Rosa Rodrigues


Cidade dos grandes talentos da música, de poesia, de múltiplas expressões da arte, de cultivações sentimentais incomparáveis, de pessoas que acreditam num futuro próspero, de crianças com um belo sorriso estampado na cara, cidade de jovens famintos pelo o progresso e de idosos que traz consigo um passado de lutas, derrotas e incontáveis vitórias.

Goiânia no auge dos seus 78 anos, é a menina do centro do Brasil, ela cresce em passos largos, e cobrando sempre a boas maneiras da educação, do bem-estar para sua gente simples e hospitaleira. Goiânia cresce dentro das possibilidades de realizar sonhos por sonhos, tornando a vida das pessoas mágicas, interessantes, muita das vezes estressantes devido ao seu crescimento desenfreado, mais acima de tudo de forma surpreendente.


RECUPERAR É PRECISO

Nos 78 anos da cidade de Goiânia, é possível acompanhar todas as ações da população e dos governos que dela administram, desde a triste poluição e depredação do Rio Meia Ponte à construção da Estação de Tratamento de Esgoto de Goiânia, a extraordinária recuperação e criação da Barragem do Rio João Leite. Que transborda vida, pureza em suas imensas águas.

O Meia Ponte que na década de 70, o povo pescava e descansava nas suas barragens, depois de tamanha poluição, hoje a vida está sendo devolvida em espaço lento, porém respeitável, enquanto isso os projetos de modernização e recuperação do Rio João Leite, têm como promessa abastecer Goiânia nos próximos 30 anos.

CULTURA E SAÚDE

Goiânia é uma cidade de reafirmações vocacionais, de uma cultura protegida e valorizada. De lazer e entretenimento admirável. A cidade abre espaço para a cultura, com a construção do Centro Cultural Oscar Niemeyer, o Teatro Municipal Goiânia Ouro, o Teatro Goiânia que recebem grande público todo ano por meio dos curtas produzidos por artistas locais e de todo território nacional. O Centro de Cultura e Convenções, hoje palco de grandes eventos com capacidade de até 3.500 pessoas, incluindo o incentivo a Bienal do Livro que são referenciais em outros estados e que já faz parte do calendário anual respeitado dessa cidade menina.


Na saúde, Goiânia oferece a população Centro de Reabilitação (CRER) com médicos conceituados, referencia para outros Estados, porém nossos hospitais andam em passos lentos, em busca de atenção extrema, as filas são horríveis, as esperas intermináveis e ainda falta capacitação para aqueles que estão lá para atender vidas e não um objeto qualquer. Espera-se urgente desenvolvimento, investimento e atenção para essa área que encontra-se na UTI. Para ser destaque a saúde em Goiânia precisa de muito. Não dá para elogiar aquilo que não existe.

 
INCLUSÃO DIGITAL

Graças a grandes homens públicos, como o ex-prefeito Íris Rezende Machado, podemos comemorar a Era Digital na capital do cerrado. Nos últimos anos têm caído as altas taxas de impostos, refletindo numa economia considerável positiva na cesta básica familiar. O empresário goianiesse passa a fazer parte diretamente do desenvolvimento educacional com a contribuição dos tele-centros; levando a população a Inclusão Digital, sendo a primeira a receber essa informatização; a Estação Ferroviária de Goiânia, mesmo com a modernização o local não perdeu sua beleza e as características básicas e primordiais dos prédios arquitetônicos.


O Centro Administrativo foi reformado e a Capital conta agora com o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, com um moderno atendimento ao público. Por outro lado, as mães não precisam mais se preocupar onde deixar seus filhos quando saem para trabalharem, pois podem contar com as creches que são grandes referenciais para a segurança das crianças, graças as inúmeras madrugadas de lutas que o ex-prefeito Íris Rezende Machado levantou para junto acompanhar suas construções e entregas. Não desmerecendo aos demais governantes, mas Íris fez muito por essa cidade, a marca sua esta pelos quatro cantos por onde passamos todos os dias.


ECONOMIA E BEM ESTAR

Goiânia no dia 24 de outubro, completa 78 anos, com muito a comemorar; no setor das exportações que cresceram acirradamente. Em 2006, as exportações eram aproximadamente 600%, e a cada dia cresce o reconhecimento de cidade em plena expansão, o que valoriza mais a mão de obra e a renda. O pequeno empresário conta com o apoio do governo com o projeto da Agência de Fomento, com empréstimos e taxas de juros acessíveis. O Banco do Povo também contribui no financiamento, o Sebrae/Goiás capacita o empreendedor individual a fim dar-lhes direção em seus negócios com soluções básicas para gestão e fortalecimento dos negócios.

Desde 2003, a classe mais carente tem a tarifa de água reduzida em 40% e Luz 50%. Na habitação há um crescente saldo de entregas de casas populares através do projeto Minha Casa, Minha Vida, em parceria com o governo federal para as pessoas que se cadastraram com renda mínima de até oito salários mínimos.


EDUCAÇÃO E ESPORTE

Na educação, universitários contam com o apoio da Bolsa Universitária, proposta do atual do governo estadual, e mais 50% das tarifas de transporte coletivo pagas, facilitando assim a sua locomoção para outros setores na hora de estudar.

O esporte tem tido destaque respeitável; Goiás, Atlético e Vila Nova são considerados os dinossauros do esporte regional. São nomes reconhecidos fora do estado, enquanto o Estádio Serra Dourada é capaz de receber jogos da Seleção Brasileira com transmissão ao vivo pela TV em rede nacional. Os ginásios, clubes, escolinhas fazem parte da história de Goiânia. O Autódromo Internacional Ayrton Senna, além de receber grandes provas automobilísticas é também palco para o Carnaval fora de época.

O goiano curte a noite e não se sente abalado pelo cansaço do dia-a-dia. Para viver a sua vida social seja, na segunda, quinta ou sábado, nos barzinhos, cinemas, boates, restaurantes e hotéis, ele não abre mão de viver os prazeres da vida e Goiânia têm de sobra uma vida noturna badaladíssima.

O Restaurante Cidadão oferece com dignidade o almoço à população carente a um preço considerável de R$ 1.00. Tantas evoluções marcam a história da cidade do Flamboyant, ensolarada, cidade que acolhe pessoas vindas dos quatro cantos do País e do Mundo.


CORES E RAÇAS


Aqui é fácil andar pelas ruas e deparar com árabes, argentinos, japonês, alemães, portugueses, raças e cores se misturam, afinal estamos falando de Goiânia; calorosa, conhecida também em todo Brasil através da música como a Capital das mulheres bonitas, da boa e destacável culinária do arroz com pequi, do frango caipira e de inúmeros pratos saborosos que são destaques no Festival Gastronômico Goiano.

Goiânia cresce, porque aqui os grandes empreendedores acreditam que pode depositar parte de seus sonhos e vê-los realizados. Essa é a Capital verde, limpa, amiga e que têm um povo que acredita que é possível mudar, elegendo há anos os seus representantes. Goiânia, de Pedro Ludovico, de Jaime Câmara, Marconi Perillo, Íris Rezende Machado. Goiânia, minha; Goiânia sua; Goiânia Metrópole do Centro – Oeste, no coração do Brasil.